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	<title>Notícia &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<description>Escritório de Advocacia focado em Direito da Saúde</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jan 2026 23:45:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Notícia &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<item>
		<title>Morte suspeita em hospital: quais são os direitos dos pacientes e de suas famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Morte suspeita em hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de tudo, o essencial: De coração para você que está passando por isso… Perder alguém querido já é uma das experiências mais dolorosas que existem.Quando essa perda acontece dentro de um hospital,  um lugar que deveria representar cuidado, proteção e segurança, o sofrimento costuma vir acompanhado de desamparo, choque e muitas perguntas sem resposta. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-start="819" data-end="835">Antes de tudo, o essencial:</h1>
<p data-start="366" data-end="448">De coração para você que está passando por isso…</p>
<p data-start="450" data-end="737">Perder alguém querido já é uma das experiências mais dolorosas que existem.<br data-start="525" data-end="528" />Quando essa perda acontece dentro de um hospital,  um lugar que deveria representar cuidado, proteção e segurança, o sofrimento costuma vir acompanhado de <strong data-start="684" data-end="736">desamparo, choque e muitas perguntas sem resposta</strong>.</p>
<p data-start="739" data-end="1027">Quando surgem informações novas, sinais de irregularidade ou dúvidas sobre o que realmente aconteceu, a dor se mistura com <strong data-start="977" data-end="1026">angústia, insegurança e sensação de injustiça</strong>.</p>
<p data-start="267" data-end="368">E lembre-se: Questionar não é acusar, é buscar verdade, respeito e dignidade.</p>
<blockquote>
<p data-start="370" data-end="684">Como advogada que atua na defesa de pacientes, acompanho de perto o impacto que a falta de informação, a ausência de transparência e falhas graves no atendimento hospitalar causam em quem fica. Sei o quanto é difícil viver o luto enquanto se tenta compreender se aquela morte poderia ter sido evitada.</p>
</blockquote>
<h2 data-start="460" data-end="499">🩺 Neste artigo, você vai entender:</h2>
<ul data-start="1602" data-end="2097">
<li data-start="1602" data-end="1664">
<p data-start="1604" data-end="1664">O que aconteceu no Hospital Anchieta, em Brasília e por que esse caso reforça a importância dos direitos do paciente.</p>
</li>
<li data-start="1665" data-end="1780">
<p data-start="1667" data-end="1780">Quais são os <strong data-start="1680" data-end="1725">direitos dos pacientes e de suas famílias</strong>, mesmo quando a investigação ainda está em andamento.</p>
</li>
<li data-start="1781" data-end="1839">
<p data-start="1783" data-end="1839">Quando o hospital pode ser responsabilizado civilmente?</p>
</li>
<li data-start="1840" data-end="1924">
<p data-start="1842" data-end="1924">Por que não é necessário esperar uma condenação criminal para buscar indenização.</p>
</li>
<li data-start="1925" data-end="2097">
<p data-start="1927" data-end="2097">E quais <strong data-start="1935" data-end="1984">condutas simples de pacientes e acompanhantes</strong> podem ajudar a proteger o paciente e preservar informações importantes.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2261" data-end="2442"><span style="color: #ff6600;"><strong>Se você perdeu alguém em circunstâncias que ainda não fazem sentido, ou se quer saber como agir para proteger quem ama durante uma internação, este conteúdo foi escrito para você.</strong></span></p>
<ul>
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</ul>
<h2 data-start="602" data-end="704"><strong data-start="605" data-end="704">O que aconteceu no Hospital Anchieta e por que esse caso reforça a importância dos direitos do paciente.</strong></h2>
<p data-start="706" data-end="1085">Recentemente, veio a público a investigação de TRÊS mortes ocorridas no <strong data-start="773" data-end="814"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Hospital Anchieta</span></span></strong>, localizado no Distrito Federal. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil e amplamente noticiadas pela imprensa, três pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva da instituição faleceram entre os meses de novembro e dezembro de 2025.</p>
<ul>
<li data-start="1087" data-end="1561">As mortes passaram a ser investigadas após a identificação de <strong data-start="1149" data-end="1176">circunstâncias atípicas</strong>, como pioras clínicas súbitas,<span style="text-decoration: underline;"><strong> o que levou o próprio hospital a instaurar um comitê interno de apuração.<br />
</strong> </span></li>
<li data-start="1087" data-end="1561">A partir dessa investigação, foram levantados indícios de condutas graves envolvendo três  ex-técnicos de enfermagem, relacionadas à administração indevida de substâncias em pacientes, sem prescrição médica regular.</li>
<li data-start="1087" data-end="1561">Diante desses indícios, o hospital comunicou as autoridades, e ex-funcionários foram presos em 19/01/26, preventivamente.</li>
</ul>
<p><em>[É importante ressaltar que neste momento, <strong style="font-size: 14px;" data-start="1724" data-end="1771">a apuração criminal ainda está em andamento</strong><span style="font-size: 14px;">, e que a responsabilidade penal dos envolvidos será definida pelas instâncias competentes.]</span></em></p>
<ul>
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</ul>
<blockquote>
<p data-start="1885" data-end="2232">Do ponto de vista dos <strong data-start="1907" data-end="1952">direitos dos pacientes e de suas famílias</strong>, o caso chama atenção para um aspecto fundamental: mesmo quando a família acredita, inicialmente, que o falecimento decorreu de causas naturais, o surgimento posterior de informações relevantes pode alterar completamente a compreensão dos fatos e isso <strong data-start="2207" data-end="2231">não elimina direitos!</strong></p>
</blockquote>
<p data-start="2234" data-end="2293">Casos como esse evidenciam por que<span style="text-decoration: underline;"><strong> a lei garante à família:</strong></span></p>
<ul data-start="2294" data-end="2578">
<li data-start="2294" data-end="2335">
<p data-start="2296" data-end="2335">acesso integral ao prontuário médico.</p>
</li>
<li data-start="2294" data-end="2335">
<p data-start="2296" data-end="2335">informações claras sobre medicamentos e procedimentos realizados.</p>
</li>
<li data-start="2406" data-end="2456">
<p data-start="2408" data-end="2456">transparência quanto a intercorrências graves.</p>
</li>
<li data-start="2457" data-end="2578">
<p data-start="2459" data-end="2578">possibilidade de apuração de eventual falha na prestação do serviço hospitalar, independentemente do desfecho criminal.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2580" data-end="2860"><span style="color: #ff6600;">Buscar esclarecimentos nessas situações <strong data-start="2620" data-end="2669">não significa acusar ou antecipar julgamentos</strong>.</span><br data-start="2670" data-end="2673" />Significa exercer um direito legítimo à informação, à dignidade e ao respeito, especialmente quando a perda ocorre em um ambiente que, por definição, deveria oferecer cuidado e segurança.</p>
<h2 data-start="1942" data-end="2008">Quais são os deveres legais do hospital em relação ao paciente?</h2>
<p data-start="2010" data-end="2217">Hospitais, públicos ou privados, têm obrigações legais claras. A relação entre paciente e hospital é considerada, em regra, <strong data-start="2134" data-end="2156">relação de consumo</strong>, o que impõe deveres rigorosos de segurança e transparência.</p>
<p data-start="2219" data-end="2265">Entre os principais deveres do hospital estão:</p>
<ul data-start="2267" data-end="2641">
<li data-start="2267" data-end="2354">
<p data-start="2269" data-end="2354"><strong data-start="2269" data-end="2292">Dever de segurança:</strong> garantir que o paciente não seja exposto a riscos evitáveis</p>
</li>
<li data-start="2355" data-end="2449">
<p data-start="2357" data-end="2449"><strong data-start="2357" data-end="2381">Dever de vigilância:</strong> controle sobre quem acessa o paciente, medicamentos e prontuários</p>
</li>
<li data-start="2450" data-end="2548">
<p data-start="2452" data-end="2548"><strong data-start="2452" data-end="2476">Dever de informação:</strong> explicar procedimentos, medicamentos e intercorrências de forma clara</p>
</li>
<li data-start="2549" data-end="2641">
<p data-start="2551" data-end="2641"><strong data-start="2551" data-end="2576">Dever de organização:</strong> protocolos eficazes, controle de acesso e supervisão da equipe</p>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p data-start="2643" data-end="2782">Resumindo, pra você entender melhor: <strong>O paciente não escolhe individualmente cada profissional que o atende. Por isso, o hospital responde pelo conjunto do serviço prestado!</strong></p>
</blockquote>
<h2 data-start="2789" data-end="2881">Dúvidas comuns:</h2>
<p><span style="color: #0000ff;">O hospital pode ser responsabilizado mesmo quando o ato foi praticado por um funcionário?</span></p>
<p data-start="2883" data-end="3004"><strong data-start="2883" data-end="2891">Sim.</strong><br data-start="2891" data-end="2894" />Em regra, o hospital responde civilmente pelos atos praticados por seus funcionários no exercício do trabalho.</p>
<p data-start="3006" data-end="3080">Ainda que a conduta seja individual e até criminosa, ela pode revelar:</p>
<ul data-start="3081" data-end="3229">
<li data-start="3081" data-end="3104">
<p data-start="3083" data-end="3104">Falha na supervisão</p>
</li>
<li data-start="3105" data-end="3144">
<p data-start="3107" data-end="3144">Fragilidade nos protocolos internos</p>
</li>
<li data-start="3145" data-end="3184">
<p data-start="3147" data-end="3184">Controle inadequado de medicamentos</p>
</li>
<li data-start="3185" data-end="3229">
<p data-start="3187" data-end="3229">Acesso indevido a sistemas e prescrições</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3231" data-end="3349">Esses fatores caracterizam <strong data-start="3258" data-end="3291">falha na prestação do serviço</strong>, fundamento central da responsabilidade civil hospitalar.</p>
<h2 data-start="3356" data-end="3432"><span style="color: #0000ff;">É preciso esperar o fim da investigação criminal para buscar indenização?</span></h2>
<p data-start="3434" data-end="3550"><strong data-start="3434" data-end="3442">Não.</strong><br data-start="3442" data-end="3445" />A esfera <strong data-start="3454" data-end="3466">criminal</strong> (investigação e eventual punição) é independente da esfera <strong data-start="3526" data-end="3535">cível</strong> (indenização).</p>
<p data-start="3552" data-end="3571">Isso significa que:</p>
<ul data-start="3572" data-end="3735">
<li data-start="3572" data-end="3630">
<p data-start="3574" data-end="3630">A família <strong data-start="3584" data-end="3628">não precisa aguardar condenação criminal</strong></p>
</li>
<li data-start="3631" data-end="3682">
<p data-start="3633" data-end="3682">O padrão de prova no processo cível é diferente</p>
</li>
<li data-start="3683" data-end="3735">
<p data-start="3685" data-end="3735">A ação indenizatória pode tramitar paralelamente</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3737" data-end="3823">Esperar o fim da investigação pode, inclusive, <strong data-start="3784" data-end="3822">prejudicar a preservação de provas</strong>.</p>
<p><span class="amp-wp-5ff6ab3" data-amp-original-style="color: #161616; font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 1.285em; font-weight: bold;">💡 </span><em class="amp-wp-5ff6ab3" data-start="2079" data-end="2123" data-amp-original-style="color: #161616; font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 1.285em; font-weight: bold;">Um ponto essencial para você ter em mente: </em></p>
<blockquote>
<p data-start="2126" data-end="2405"><strong data-start="2126" data-end="2148">Cada caso é único.</strong><br data-start="2148" data-end="2151" />A análise profissional é indispensável para identificar quais pedidos se aplicam à sua situação, quais documentos são necessários e qual estratégia jurídica é mais adequada para garantir o início ou continuidade do tratamento <strong data-start="2377" data-end="2404">no menor tempo possível</strong>.</p>
</blockquote>
<p data-start="2407" data-end="2473">E um entendimento é constante em praticamente todas as decisões dos Tribunais em casos de responsabilidade hospitalar:</p>
<h2 data-start="3830" data-end="3925">O que dizem os tribunais sobre mortes causadas por falha na prestação do serviço hospitalar?</h2>
<p data-start="3927" data-end="4054">A jurisprudência brasileira é clara ao reconhecer o direito à indenização quando comprovada falha no serviço médico-hospitalar.</p>
<h3 data-start="4056" data-end="4097">Falha no serviço e dever de indenizar</h3>
<p data-start="4099" data-end="4268">O <a href="https://www.tjdft.jus.br/consultas/jurisprudencia/jurisprudencia-em-temas/dano-moral-no-tjdft/saude/obito-em-virtude-de-falha-na-prestacao-de-servico-por-hospital" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Distrito Federal já decidiu que a <strong data-start="4158" data-end="4220">morte causada por falha na prestação do serviço hospitalar</strong> gera direito à indenização quando demonstrados</a>:</p>
<ul data-start="4269" data-end="4355">
<li data-start="4269" data-end="4315">
<p data-start="4271" data-end="4315">conduta negligente, imprudente ou imperita</p>
</li>
<li data-start="4316" data-end="4355">
<p data-start="4318" data-end="4355">nexo causal entre a falha e o óbito</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4357" data-end="4614">Em um caso emblemático, o TJDFT reconheceu a responsabilidade do hospital diante do esquecimento de compressas cirúrgicas no corpo da paciente, que culminou em seu falecimento, destacando a violação do dever de cuidado e o impacto devastador para a família.</p>
<ul>
<li><strong>Leia também</strong>: <a href="https://ritasoares.adv.br/hospital-e-condenado-em-r200-mil-e-pensao-a-vitima-por-erro-medico/">Hospital é condenado em R$200 mil  erro médico e pensão à vítima por erro médico</a></li>
<li><strong>Leia também: </strong><a href="https://ritasoares.adv.br/hospital-deve-pagar-pensao-vitalicia-e-1-milhao-e-meio-por-erro-medico/">Hospital deve pagar pensão vitalícia e 1 milhão e meio por erro médico</a></li>
</ul>
<h2 data-start="5016" data-end="5096">Condutas de pacientes e familiares que ajudam a proteger o paciente internado</h2>
<blockquote>
<p data-start="5098" data-end="5389">🔔 <strong data-start="5101" data-end="5122">Aviso importante:</strong><br data-start="5122" data-end="5125" />Essas orientações <strong data-start="5143" data-end="5205">não transferem a responsabilidade ao paciente ou à família</strong>. O dever legal de segurança é sempre do hospital. No entanto, a atuação ativa do acompanhante pode <strong data-start="5305" data-end="5388">inibir irregularidades, aumentar a transparência e evidentemente, preservar provas importantes</strong>.</p>
</blockquote>
<ol>
<li data-start="5391" data-end="5419"><strong>Presença de acompanhante:</strong> A presença constante de um acompanhante reduz situações de isolamento, inibe condutas abusivas, aumenta a vigilância informal e claro, auxilia no suporte direto do paciente que muitas vezes não consegue conversar diretamente com os profissionais.</li>
<li data-start="5391" data-end="5419"><strong>Perguntar sobre medicamentos e procedimentos!!! </strong>É direito da família perguntar: qual medicamento está sendo administrado; para que serve; quem prescreveu&#8230;Isso não é interferência é <strong data-start="5775" data-end="5799">direito à informação! Combinado? </strong></li>
<li data-start="5391" data-end="5419"><strong>Anotar informações &#8220;básicas&#8221; e da rotina do paciente: </strong>Registrar horários, nomes de medicamentos e intercorrências ajuda a: confrontar o prontuário, se necessário, preservar a memória dos fatos e principalmente, auxiliar no controle das medicações!</li>
<li data-start="5391" data-end="5419"><strong>Identificação dos profissionais:</strong> Saber quem são os profissionais que atendem o paciente facilita a comunicação e eventual apuração de responsabilidades.</li>
<li data-start="5391" data-end="5419"><strong>Questionar pioras súbitas:</strong> Piora repentina merece explicação clara. A família pode: pedir avaliação médica e solicitar que a intercorrência seja registrada de forma detalhada no prontuário!</li>
</ol>
<h3 data-start="6321" data-end="6358">Uma dica de ouro:</h3>
<ul>
<li><span style="color: #ff6600;">Solicitar o prontuário desde cedo: O prontuário pertence ao paciente. O acesso pode ser solicitado durante a internação e também após a alta médica (mesmo em caso de óbito). </span></li>
</ul>
<h2 data-start="6472" data-end="6528">O que fazer diante de uma morte suspeita em hospital?</h2>
<blockquote>
<ol data-start="6530" data-end="6809">
<li data-start="6530" data-end="6584">
<p data-start="6533" data-end="6584">Solicitar <strong data-start="6543" data-end="6582">cópia integral do prontuário médico</strong></p>
</li>
<li data-start="6585" data-end="6638">
<p data-start="6588" data-end="6638">Guardar exames, receitas, mensagens e documentos</p>
</li>
<li data-start="6639" data-end="6683">
<p data-start="6642" data-end="6683">Registrar reclamação formal no hospital</p>
</li>
<li data-start="6684" data-end="6736">
<p data-start="6687" data-end="6736">Evitar assinar documentos sem compreensão clara</p>
</li>
<li data-start="6737" data-end="6809">
<p data-start="6740" data-end="6809">Procurar <strong data-start="6749" data-end="6809">orientação jurídica especializada em direito do paciente</strong></p>
</li>
</ol>
</blockquote>
<p data-start="6811" data-end="7023">Casos como o investigado no <strong data-start="6839" data-end="6880"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Hospital Anchieta</span></span></strong> mostram que, muitas vezes, as famílias só tomam conhecimento de irregularidades <strong data-start="6961" data-end="6992">muito tempo depois do óbito</strong> <span style="text-decoration: underline;">e isso não elimina direitos!!!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-start="362" data-end="419">Fique atento aos direitos do paciente e da sua família</h2>
<p data-start="421" data-end="604">Quando uma morte ocorre em ambiente hospitalar, especialmente em meio a dúvidas, piora súbita ou falta de informações claras, ela <strong data-start="551" data-end="603">não pode ser tratada com naturalidade automática</strong>.</p>
<p data-start="6811" data-end="7023"><span style="text-decoration: underline;">A Justiça brasileira tem reconhecido, de forma reiterada, que <strong data-start="993" data-end="1128">pacientes e familiares não podem arcar sozinhos com as consequências de um atendimento que não foi seguro, transparente ou adequado</strong>.<br />
<br data-start="1129" data-end="1132" />E quando essas falhas resultam em agravamento do quadro clínico ou na perda de alguém querido, <strong data-start="1227" data-end="1312">existem caminhos legais para buscar esclarecimento, responsabilização e reparação</strong>.</span></p>
<h1 data-start="849" data-end="872">💌 <strong data-start="854" data-end="872">Mensagem final<br />
</strong></h1>
<p data-start="1342" data-end="1378"><strong data-start="1342" data-end="1378">Querida leitora, querido leitor,</strong></p>
<p data-start="1380" data-end="1693">Eu sei que chegar até aqui não é simples.<br data-start="1421" data-end="1424" />Ler sobre mortes em hospitais, relembrar uma perda ou conviver com a sensação de que algo não foi devidamente explicado é emocionalmente pesado. O luto, somado à dúvida, pode gerar culpa, angústia e silêncio e nenhum desses sentimentos deveria ser enfrentado sozinho.</p>
<p data-start="1877" data-end="2070">Se houve falhas no atendimento, ausência de transparência ou condutas que merecem esclarecimento, <strong data-start="1975" data-end="2001">a família tem direitos</strong>, e existem formas responsáveis, seguras e respeitosas de exercê-los.</p>
<p data-start="2072" data-end="2194">A informação é o primeiro passo para transformar dor em orientação, insegurança em proteção e silêncio em ação consciente.</p>
<p>Questione quando algo não parece certo.<br data-start="2276" data-end="2279" />E lembre-se: a vida, a saúde e a memória de quem partiu <strong data-start="2335" data-end="2383">merecem respeito, atenção e responsabilidade</strong>.</p>
<p><strong data-start="2415" data-end="2439">Advogada Rita Soares</strong></p>
<p data-start="2196" data-end="2384">📩 Email: <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="9321" data-end="9346">contato@ritasoares.adv.br</a><br data-start="9346" data-end="9349" />📸 Instagram: <a class="decorated-link" href="https://instagram.com/advogadaritasoares" target="_blank" rel="noopener" data-start="9369" data-end="9432">@advogadaritasoares</a><br data-start="9432" data-end="9435" /><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=6135506613&amp;text=" target="_blank" rel="noopener">💬 Clique aqui e fale com a gente pelo WhatsApp!</a></p>
<hr />
<h2 data-start="7030" data-end="7059">Perguntas frequentes (FAQ)</h2>
<p data-start="7061" data-end="7184"><strong data-start="7061" data-end="7132">O hospital pode ser responsabilizado mesmo sem condenação criminal?</strong><br data-start="7132" data-end="7135" />Sim. A responsabilidade civil independe da penal.</p>
<p data-start="7186" data-end="7277"><strong data-start="7186" data-end="7235">A família tem direito ao prontuário completo?</strong><br data-start="7235" data-end="7238" />Sim. O prontuário pertence ao paciente.</p>
<p data-start="7279" data-end="7426"><strong data-start="7279" data-end="7333">O segredo de justiça impede acesso às informações?</strong><br data-start="7333" data-end="7336" />Não. Pode limitar a divulgação pública, mas não o acesso da família aos dados do paciente.</p>
<p data-start="7428" data-end="7545"><strong data-start="7428" data-end="7469">Existe prazo para buscar indenização?</strong><br data-start="7469" data-end="7472" />Sim. Em geral, o prazo é de até 5 anos, mas cada caso deve ser analisado.</p>
<h1 data-start="13227" data-end="13254">📚 Fontes consultadas</h1>
<p><a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/01/19/piora-subita-e-aplicacao-de-desinfetante-detalhes-das-mortes-suspeitas-de-tres-pacientes-em-hospital-do-df.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Site G1 </a></p>
<p><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/19/mortes-tecnicos-de-enfermagem-df.htm" target="_blank" rel="noopener">Uol Notícias</a></p>
<blockquote data-start="8002" data-end="8104">
<p data-start="8004" data-end="8104"><strong data-start="8004" data-end="8104">Este artigo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um profissional qualificado.</strong></p>
</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Gaze é esquecida em corpo de paciente por mais de 20 anos</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/gaze-e-esquecida-em-corpo-de-paciente-por-mais-de-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 17:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[corpo estranho]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
		<category><![CDATA[gaze]]></category>
		<category><![CDATA[gaze esquecida]]></category>
		<category><![CDATA[material cirurgico]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao sair de uma cirurgia, ninguém imagina que pode ter ficado com algum material cirúrgico &#8220;esquecido&#8221; dentro do seu corpo, não é mesmo? Infelizmente, essa situação não é tão rara assim. Inclusive,  já enfrentamos algumas situações de esquecimento de corpo estranho em pacientes e compartilhamos o entendimento da justiça brasileira aqui no blog também. Confira [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao sair de uma cirurgia, ninguém imagina que pode ter ficado com algum material cirúrgico &#8220;esquecido&#8221; dentro do seu corpo, não é mesmo?</p>
<p>Infelizmente, essa situação não é tão rara assim. Inclusive,  já enfrentamos algumas situações de esquecimento de corpo estranho em pacientes e compartilhamos o entendimento da justiça brasileira aqui no blog também.</p>
<p>Confira esse caso relatado <span style="font-weight: 400;">na revista científica Cureus Medical Journal, se informe e ajude outros pacientes que enfrentem uma situação semelhante!</span></p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante exames realizados durante o atendimento de urgência, a mulher foi diagnosticada com <strong>anemia e inflamação na região abdominal.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A paciente foi submetida a um ultrassom e os médicos descobriram a origem do problema: um corpo estranho preso em sua cavidade abdominal.</span></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://ritasoares.adv.br/df-e-condenado-apos-ter-gaze-esquecida-em-paciente/">DF é condenado após ter gaze esquecida em paciente</a></strong></li>
</ul>
</blockquote>
<h2>Gaze é esquecida em corpo de paciente por mais de 20 anos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os médicos removeram um curativo que estava no intestino de uma mulher de 65 anos por mais de 20 anos. A paciente foi encaminhada ao pronto-socorro com dor abdominal intensa, febre e edema de membro inferior direito. Ela também sofreu de anorexia por um mês e perdeu cerca de 8 kg durante esse período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os responsáveis ​​pelo caso acreditam que a gaze foi esquecida durante uma cirurgia de 1999 para remover um câncer da mucosa gástrica. Os médicos revisaram todos os testes que o paciente realizou nos últimos 20 anos para determinar quando as bandagens começaram a aparecer nas imagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma massa localizada no quadrante superior esquerdo do abdome foi mencionada no relato. &#8220;No entanto, os pacientes desconheciam essa informação porque os exames nunca foram abertos ou analisados ​​por nenhum médico&#8221;, disseram os especialistas, na publicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o artigo, a incidência de esquecimento de material cirúrgico na cavidade abdominal é baixa, cerca de uma em cada 1.000 a 1.500 intervenções. No entanto, este caso é novo porque o paciente estava <strong>completamente assintomática por mais de 20 anos</strong> com um corpo estranho considerável na cavidade abdominal.</span></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/medico-e-condenado-em-r100-mil-apos-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Médico é condenado em R$100 mil após gaze esquecida dentro de paciente</a></li>
</ul>
</blockquote>
<h1 class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="21" data-lineheight="33.81px"><b>Acho que fui vítima de erro médico. Tenho uma gaze esquecida no corpo. O que fazer?</b></h1>
<p>É recomendável que pacientes que acreditam terem sido vítimas de erro médico consultem a opinião de outro <strong>médico para avaliar o seu diagnóstico</strong>, se possível, iniciar o tratamento e ter maior clareza da  conduta do primeiro profissional responsável pelo procedimento.</p>
<p>Há, inclusive, diversos profissionais médicos que estão habituados a elaborar relatórios periciais para juízes. Estes estão mais familiarizados com jargões e exigências jurídicas, de forma a apresentar relatórios em formatos mais adequados para servir de <strong>laudos</strong> em uma ação judicial.</p>
<p>Além disso, a paciente deve procurar uma <strong>advogada especializada em erro médico</strong>, que analisará seus documentos, o caso em particular e orientará sobre os seus direitos e próximos passos  a fim de  ajuizar a ação contra o médico e/ou contra outras partes envolvidas, tais como o Distrito Federal, Estado ou União, quando o tratamento tiver sido realizado através do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Podendo, ainda, <strong>responsabilizar o Hospital, a clínica e até mesmo a operadora de plano de saúde</strong>, quando se tratar de cirurgia particular ou pelo convênio. Cada caso deve ser analisado individualmente pelo advogado especialista, escolhido pelo paciente.</p>
<p>No processo, caberá pedir <strong>indenização por danos materiais, morais</strong>, lucros cessantes (que são valores que a paciente deixou de receber em razão da incapacidade proporcionada pelo erro médico) e pedido de <strong>pensão,</strong> quando tiver havido o óbito do paciente e ficar demonstrado que este era o provedor da família, por exemplo.</p>
<p>Informe-se e lute pela sua saúde e justiça!</p>
<p>__________________________________________<br />
<a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br />
Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde!<br />
Email: contato@ritasoares.adv.br<br />
Instagram: @advogadaritasoares</p>
<p><a href="https://wa.me/message/RTKBEBAAW6DFD1" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui e fale com a gente pelo Whatsapp!</strong></a></p>
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		<title>Médico e hospital devem indenizar família de bebê lesionado durante o parto</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/medico-e-hospital-devem-indenizar-familia-de-bebe-lesionado-durante-o-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 07:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
		<category><![CDATA[violencia obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico.  A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e foi atendida pelo médico. Porém, devido à demora na realização do parto e por negligência do médico, o bebê permaneceu por um tempo excessivo dentro do útero, o que lhe gerou sequelas neurológicas consideradas severas e irreversíveis. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O hospital e o médico se defenderam alegando que a lesão neurológica não teria ocorrido durante o parto, que o neném já teria nascido com a condição e que não houve sofrimento fetal. Além disso, o hospital alegou que não possui relação jurídica com os pacientes, uma vez que “</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">apenas fornece hospedagem e enfermagem</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">”. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Para a juíza, no entanto, o laudo pericial foi bastante esclarecedor em relação às provas e ao determinar a origem da paralisia cerebral sofrida pelo bebê. Na decisão, ela destaca que ficou claro que ocorreu erro médico:</span></p>
<blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">“As respostas aos quesitos sugerem uma série de procedimentos que poderiam ter sido realizados para evitar que o infante tivesse passado pelo sofrimento fetal. Assim, revelam a negligência no tratamento dado à parturiente e seu bebê. Portanto, está fartamente demonstrado o erro médico, gerando portanto a obrigação de indenizar dos requeridos”</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">.</span></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Por fim, o hospital e o médico foram condenados a pagar as indenizações de R$50 mil por danos morais e R$10 mil por danos estéticos. Além disso, eles também devem à família o valor de R$2.317,15 por danos materiais. </span></p>
<h2>Entenda o que é violência obstétrica?</h2>
<p>Embora nem todas as mulheres estejam familiarizadas com o assunto, muitas já foram vítimas desse tipo de agressão, que pode ser física ou verbal, tanto durante o parto quanto no pré-natal. É considerado violência todo tipo de xingamento, recusa de atendimento, realização de intervenções e procedimentos médicos não necessários, como exames de toque a todo instante, grandes episiotomias ou cesáreas desnecessárias. Isso só para citar alguns dos exemplos dessa enorme lista.</p>
<p class="font_8" dir="ltr">Em países como a Argentina e a Venezuela, a violência obstétrica é reconhecida como um crime cometido contra as mulheres, e segundo as leis destes países, a violência obstétrica é caracterizada pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vidas das mulheres.</p>
<p>No Brasil, segundo a Fundação Perseu Abramo, e a Associação Artemis,  <strong>1 em cada 4 mulheres brasileiras sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto</strong>.</p>
<p>Um tipo de violência obstétrica muito comum na América Latina é a <strong>episiotomia indiscriminada</strong>. De acordo com evidências científicas, a episiotomia tem indicação de ser usada em cerca de 10% a 15% dos casos e ela é praticada em mais de 90% dos partos hospitalares da América Latina.</p>
<p>Como diz a diretora-presidente da ONG Artemis, Raquel Marques, violência obstétrica é</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"> “Normalmente acontece quando os interesses do profissional de saúde ou da instituição são colocados acima dos direitos da paciente”</span></p>
</blockquote>
<p>Até mesmo a separação do bebê saudável e da mãe no pós-parto pode ser considerada uma forma de violência obstétrica. Assim como ter a entrada de um acompanhante barrada no trabalho de parto ou não receber analgesia quando solicitada.</p>
<div id="sc-zmlg1e" data-smartplay-instance-id="0">
<div class="componente_materia">
<h2 class="intertitulo">Sofri violência obstétrica. E agora?</h2>
</div>
<p>Ainda não temos uma legislação específica no Brasil, mas a mulher não está desprotegida. Deve-se observar o caso específico, mas uma episiotomia desnecessária, por exemplo, pode ser considerada lesão corporal. É possível que uma vítima vá a uma delegacia da mulher e faça a denúncia!</p>
<p>O mais aconselhado, no entanto, é procurar o Ministério Público para apurar tanto a conduta do profissional como da instituição. Como muitas vezes, a violência obstétrica é cultural, não é necessariamente um indivíduo é o culpado, mas todo o sistema. Outra opção é procurar uma reparação civil, por danos morais e até estéticos,  individualmente. Nesse caso, busque um advogado que atue especialmente nessa área!</p>
<p>Aquelas que decidirem seguir com a denúncia devem estar munidas da cópia do <strong>prontuário médico</strong> (peça o documento na instituição de saúde onde foi atendida. Ele é um direito seu!).</p>
<p>Lembre-se também de ligar no 180 para registrar o caso no canal de Violência contra a Mulher ou no 136 (Disque Saúde).</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620">
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<p>Se cuida!</p>
<p><strong><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a></strong></p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório especialista em <strong>Direito à Saúde e complicações após procedimentos estéticos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Email</strong>: contato@ritasoares.adv.br</li>
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</ul>
</div>
</div>
<hr />
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Fonte: </span><a style="text-decoration: none;" href="https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Decisoes-dos-Tribunais/Decisoes-dos-Tribunais/Familia-de-bebe-que-sofreu-sequelas-neurologicas-severas-durante-parto-sera-indenizada-TJSC.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; -webkit-text-decoration-skip: none; text-decoration-skip-ink: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Editora Roncati</span></a></p>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Clínica no DF é condenada após harmonização facial mal sucedida</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/clinica-no-df-e-condenada-apos-harmonizacao-facial-mal-sucedida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 22:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dano Estético]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Favoráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A cliente deve ser indenizada por danos morais e receber o reembolso do valor investido no tratamento de harmonização facial mal sucedida. Entenda o caso: Linalva buscou a clínica de estética para realizar harmonização facial, preenchimento nos lábios, tratamento de bigode chinês, aplicação de botox e bioestimulador. Porém, segundo ela, após o atendimento, seu rosto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cliente deve ser indenizada por danos morais e receber o reembolso do valor investido no <strong>tratamento de harmonização facial mal sucedida.</strong></span></p>
<h2><b>Entenda o caso:</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Linalva buscou a clínica de estética para realizar harmonização facial, preenchimento nos lábios, tratamento de bigode chinês, aplicação de botox e bioestimulador. Porém, segundo ela, após o atendimento, seu rosto apresentou inchaço por dois meses, o que chegou a lhe causar <strong>depressão. </strong></span></p>
<p>Neste ponto delicado, inclusive, já discutimos sobre <a href="https://ritasoares.adv.br/depressao-apos-cirurgia-plastica-precisamos-falar-sobre-isso/">depressão após cirurgia plástica</a> aqui no blog e precisamos sempre falar mais sobre o impacto emocional na vida das mulheres que buscam procedimentos estéticos e enfrentam complicações. Dá uma olhadinha no depoimento da Sra Linalva:</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Eu comecei a me sentir ruim, com o rosto doendo, ardendo. A menina, realmente, me falou que passava três ou quatro dias com o rosto inchado, mas aí desinchava, só que não desinchou.&#8221;</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Linalva também relata que o preenchimento nos lábios deformou sua boca e que chegou a retornar à clínica para tentar corrigir o procedimento, sem sucesso.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Quando eu me olhava no espelho era a pior coisa. Eu falava assim: meu Deus, por que eu fui fazer isso? Pra mim era melhor eu ter ficado como eu estava e não ter ficado com o rosto do jeito que ficou. </span><span style="font-weight: 400;">Passei muito constrangimento, eu chorava direto</span><span style="font-weight: 400;">, chorava muito mesmo.</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;</span></p></blockquote>
<h2>Clínica foi condenada após harmonização facial mal sucedida</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após Linalva buscar o Juizado Especial Cível e Criminal, a clínica foi condenada a indenizá-la em R$6 mil por danos morais e deve também devolver os R$2,1 mil investidos nos tratamentos. No processo, a clínica apresentou defesa alegando que a cliente não teria demonstrado abalo moral em decorrência dos procedimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a juíza Theresa Karina de Figueiredo<strong>, Linalva foi vítima de imperícia e ficou com imperfeições e alterações desarmônicas em seu rosto.</strong> A juíza também destacou, em sua decisão, que <strong>a clínica não prestou assistência para fazer as correções que </strong></span><strong><i>“tal situação acarretou sentimentos de angústia, decepção e preocupação ante ao resultado obtido.”</i>.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Leia também: <a href="https://ritasoares.adv.br/preenchimento-com-pmma-e-seguro-saiba-os-riscos-e-direito-da-paciente/">Preenchimento com PMMA é seguro?</a></strong></li>
</ul>
</blockquote>
<h2><b>Confira os destaques da advogada sobre essa notícia:</b></h2>
<p>Ainda que profissionalmente, seja o meu trabalho lidar com complicações após procedimentos estéticos, harmonização facial mal sucedida e  <a href="https://ritasoares.adv.br/brasil-possui-3-processos-de-erro-medico-por-hora/">processos de erro médico</a>, pessoalmente, fico extremamente triste quando vejo situações como a da Sra. Linalva e por dois motivos principais:</p>
<p>1. Não sei se você notou, mas na entrevista ela diz que a primeira coisa que pensou após se olhar no espelho e ver as deformidades, foi: &#8220;<span style="font-weight: 400;">meu Deus, por que eu fui fazer isso?&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É unânime entre todas as pacientes que lido, o primeiro sentimento da mulher é SE punir, se sentir culpada, o que lógico não deveria acontecer afinal, ela  é uma <strong>vítima da negligência profissional. </strong></span></p>
<p>2. Em segundo lugar, nesse caso também fiquei extremamente desapontada com a possível <strong>falta de orientação jurídica que essa mulher deve ter tido.</strong> Afinal, o processo dela tramitou nos Juizados Especiais Cíveis, popularmente conhecido como &#8220;pequenas causas&#8221;, ao invés de uma Vara Cível, onde sempre recomendo que esse tipo de ação seja ajuizada para que as provas sejam melhor apreciadas pelo juiz.</p>
<p>Acredito que por conta disso, pelo fato dos Juizados Especiais serem responsáveis por ações de menor complexidade, corriqueiras, o valor da condenação e indenização foi tão baixo em razão dos danos causados à paciente, após a harmonização facial mal sucedida.</p>
<p>Se cuida!</p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório:</p>
<p>→ <strong>Email</strong>: <a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br">contato@ritasoares.adv.br</a><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><br />
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<p>________________</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte:  <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2022/04/04/mulher-fica-com-rosto-deformado-apos-procedimento-estetico-no-df.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Portal G1 </a></span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Hospital é condenado em R$200 mil e pensão à vítima por erro médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões Favoráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina concluiu que houve negligência no atendimento a paciente que faleceu por H1N1 e determinou o pagamento de indenização aos herdeiros e pensão à viúva. Entenda o caso Após dar entrada em um hospital de Santa Catarina com sintomas relacionados à gripe causada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina concluiu que houve negligência no atendimento a paciente que faleceu por H1N1 e determinou o pagamento de indenização aos herdeiros e pensão à viúva.</span></p>
<h2><b>Entenda o caso</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após dar entrada em um hospital de Santa Catarina com sintomas relacionados à gripe causada por H1N1, o paciente foi liberado, sem ter realizado exames clínicos e apenas com diagnóstico de artralgia, diarréia e anorexia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Poucos dias depois, ele voltou ao hospital com piora no quadro clínico e dificuldade para respirar, mas foi novamente orientado a retornar para casa com o diagnóstico de fraqueza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas após o terceiro atendimento hospitalar, um dos médicos considerou a possibilidade de o paciente ter contraído a gripe do H1N1 e o encaminhou para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Infelizmente, ele não resistiu.</span></p>
<ul>
<li>
<blockquote><p><b>Leia mais: </b><a href="https://ritasoares.adv.br/erro-medico/">O que é erro médico</a>?</p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p><b>Leia mais: </b><a href="https://ritasoares.adv.br/erro-medico-em-cirurgia-plastica/">Erro médico em cirurgia plástica</a></p></blockquote>
<p><b> </b></li>
</ul>
<h2>Hospital é condenado a indenizar família de <strong>vítima por erro médico</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A família do homem ajuizou um processo contra a associação que administra o hospital, alegando que houve erro médico no atendimento à vítima e pleiteando a indenização por danos morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de a administradora do hospital argumentar que não existiam comprovações de que o paciente teria cumprido as determinações médicas, o juízo concluiu que, de fato, houve erro médico e decidiu pela indenização dos herdeiros. Discordando da decisão inicial, a empresa interpôs um recurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relatório, a desembargadora Bettina Maria Maresch de Moura entendeu que a prova pericial comprovou o erro médico, e destacou que o quadro do paciente merecia um monitoramento junto ao hospital, além da investigação das causas dos sintomas apresentados. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Confira um trecho do relatório da desembargadora: </span><i><span style="font-weight: 400;">“(&#8230;) houve negligência no atendimento ao paciente, pois as suas condições exigiam, </span></i><i><span style="font-weight: 400;">no mínimo</span></i><i><span style="font-weight: 400;">, o seu monitoramento, junto ao hospital, verificação das causas dos sintomas, para correto tratamento (há referência de que neste momento, já deveria estar tomando medicação específica) o que não ocorreu. (&#8230;) </span></i><i><span style="font-weight: 400;">Não há, pois, como se afastar a responsabilidade civil dos Apelantes/Réus e o dever de indenizar.</span></i><i><span style="font-weight: 400;">”</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, de forma unânime, a turma da 3ª Câmara de Direito Público do TJ/SC determinou a indenização de R$200 mil aos herdeiros e pagamento de pensão à viúva, correspondente a ⅔ do salário mínimo à época do falecimento da vítima.</span></p>
<ul>
<li>
<blockquote><p>Leia mais: <a href="https://ritasoares.adv.br/brasil-possui-3-processos-de-erro-medico-por-hora/">Brasil tem 3 processos de erro médico por hora!</a></p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p>Leia mais: <a href="https://ritasoares.adv.br/stj-condena-medica-e-hospital-apos-erro-medico-em-recem-nascido/">STJ condena médico e hospital após erro médico em recém-nascido.</a></p></blockquote>
</li>
</ul>
<h2><b><br />
Comentário da advogada Rita Soares sobre o caso:</b><b><br />
</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina jamais conseguirá afastar ou amenizar a dor dos familiares desse paciente que teve o seu quadro de saúde subestimado pela equipe hospitalar.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Contudo, no sentido de atribuir uma responsabilização aos agentes do hospital, a decisão seguiu a linha do entendimento majoritário dos demais tribunais brasileiros: a favor do paciente que não teve um tratamento digno e deixou familiares de forma prematura. </span></p>
<p>Para buscar por justiça da melhor forma possível, peça ajuda de profissionais especializados! Existem poucos advogados que realmente são <strong>especializados na área da saúde, por isso é preciso ficar atento ao currículo e às últimas atuações do profissional</strong>! Evite contratar algum advogado generalista, para evitar erros pequenos que podem ser fatais para o sucesso ou fracasso da ação.</p>
<p>Se cuida!</p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório:</p>
<p>→ <strong>Email</strong>: <a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br">contato@ritasoares.adv.br</a><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><br />
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_________________</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/363319/familia-de-homem-que-morreu-por-erro-medico-recebera-r-200-mil" target="_blank" rel="noopener">Portal Migalhas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça condena hospital público por falta de UTI</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/justica-condena-hospital-publico-por-falta-de-uti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões Favoráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o DF a indenizar dois netos de uma paciente que veio a óbito enquanto aguardava uma vaga em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com suporte dialítico, em hospital público da capital. Entenda a decisão do Tribunal A determinação é da 8ª Vara da Fazenda Pública [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o DF a indenizar dois netos de uma paciente que veio a óbito enquanto aguardava uma vaga em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com suporte dialítico, em hospital público da capital.</p>
<h1>Entenda a decisão do Tribunal</h1>
<p>A determinação é da 8ª Vara da Fazenda Pública do DF. No entendimento da Corte, ocorreu negligência no atendimento. Assim, a unidade federativa deverá pagar R$ 50 mil a título de danos morais, sendo R$ 25 mil para cada um dos netos.</p>
<p class="texto">De acordo com os autores, a idosa foi internada no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), em 6 de junho de 2019, com <strong>diagnóstico de insuficiência respiratória aguda</strong>, <strong>doença renal crônica agudizada</strong>, com disfagia a esclarecer e escara sacral. Diante da necessidade de internação em UTI com suporte dialítico, a paciente foi colocada na lista de espera quase um mês depois, no dia 3 de julho.</p>
<p class="texto">Dezessete dias depois, no entanto, a avó dos requerentes faleceu sem que fosse transferida. Para eles, houve negligência médica, uma vez que <strong>a falta de UTI  e sua ausência de transferencia da paciente, demonstra que não foram adotados todos os procedimentos necessários.</strong> Eles pediram indenização por danos morais.</p>
<p class="texto">Segundo o DF, a paciente não foi internada porque não haviam vagas em leitos com suporte dialítico adequado. O DF defendeu ainda que o quadro de saúde era grave e que não foi demonstrada culpa no tratamento fornecido à avó dos autores. Dessa forma, a unidade da federação alegou a improcedência do pedido.</p>
<p class="texto">Na análise da magistrada, <strong>o <a href="https://ritasoares.adv.br/quanto-tempo-o-hospital-deve-guardar-o-prontuario-do-paciente/">prontuário médico da paciente</a></strong> aponta que, além da piora gradual no quadro clínico, havia a necessidade de internação em leito de UTI, o que não ocorreu.</p>
<blockquote>
<p class="texto">Na visão da justiça, restou demonstrada a negligência no atendimento à avó dos autores e, consequentemente, o nexo de causalidade. Portanto, a juíza decidiu condenar o DF a indenizar os familiares da falecida.</p>
</blockquote>
<h1>E nos casos de falta de UTI?</h1>
<p>Como vimos na decisão acima,  a falta de UTI em hospitais, em situação normal, é enxergada pelos tribunais como falha no serviço, seja aquele público essencial de saúde, ou o suplementar, prestado por entidades privadas!</p>
<p>Inclusive, o  artigo 393, do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406compilada.htm" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>, estabelece que</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>o devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado</em>.&#8221;<br />
Parágrafo único:  <strong>&#8220;</strong><em><strong>o caso fortuito ou de força maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível evitar ou impedir</strong>.</em>&#8220;</p></blockquote>
<p>Ou seja, segundo a lei, o estado deve responder pelos danos causados, EXCETO se em em casos fortuitos ou de força maior. PORÉM, apenas é considerado caso fortuito, quando restar comprovado que o efeitos não eram possíveis de evitar ou impedir.</p>
<p>Dessa maneira, alguns juízes têm sim aplicado decisões responsabilizando o estado por falta de UTI, ainda que seja no período de pandemia. Visto que, a situação caótica do sistema de saúde poderia ter sido evitada por exemplo, com melhor gestão de leitos e implementação de hospitais de campanha, investimento em demais unidades de internação em curto tempo e ainda, seguindo recomendações oficiais da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p>Nesta linha, ainda destaco que a situação atual, após um ano desde os primeiros casos mundiais, traz conhecimento e informação científica devidamente comprovada, além de tempo suficiente para que os poderes públicos se organizassem e evitassem o desamparo de tratamento à parte mais frágil da relação que é o cidadão.</p>
<p>Qual a sua opinião sobre esse assunto?</p>
<p>Qualquer dúvida, veja mais sobre <a href="https://ritasoares.adv.br/category/direito-a-saude/">Direito à saúde </a>ou entre em contato conosco!</p>
<p>Informe-se e lute pela sua saúde e justiça!</p>
<p>__________________________________________<br />
<a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br />
Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde!<br />
Email: contato@ritasoares.adv.br</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>CFO decide: Dentistas não podem fazer cirurgias no nariz</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/cfo-decide-dentistas-nao-podem-fazer-cirurgias-no-nariz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 13:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O título chamou a sua atenção, não é mesmo? Nos últimos anos se tornou crescente a quantidade de profissionais não-médicos autorizados a realizarem procedimentos estéticos como aplicação de ácido hialurônico, botox, harmonização facial e até mesmo cirurgias com finalidade estética. Entidades médicas, biomédicas e odontológicas têm discutido via judicial, os limites das suas áreas de atuação. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O título chamou a sua atenção, não é mesmo?</p>
<p>Nos últimos anos se tornou crescente a quantidade de profissionais não-médicos <em>autorizados </em>a realizarem procedimentos estéticos como aplicação de ácido hialurônico, botox, harmonização facial e até mesmo cirurgias com finalidade estética.</p>
<p>Entidades médicas, biomédicas e odontológicas têm discutido via judicial, os limites das suas áreas de atuação. E é sobre isso que vamos abordar neste texto, pois <strong>desde agosto de 2020</strong>, foi regulamentado pelo Conselho Federal de Odontologia, <strong>a proibição de diversos procedimentos, inclusive determinando que dentistas não podem fazer cirurgias no nariz.</strong> Confira os detalhes desta decisão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>A disputa judicial</h1>
<p>Em 29 de janeiro de 2019, o Conselho Federal de Odontologia, instituiu a Resolução CFO nº 198/2019  definindoa “harmonização orofacial” como especialidade odontológica, permitindo aos dentistas o uso da toxina botulínica e de preenchedores faciais na região orofacial e em áreas anexas, bem como a realização de procedimentos com vistas a &#8220;harmonizar os terços superior, médio e inferior da face”.</p>
<p>Em contrapartida, a Sociedade Brasileira de Dermatologia e outras entidades médicas, em seguida, entraram com ação judicial pedindo a suspensão daquela norma do CFO. No processo, também participam o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).</p>
<p>Com o intuito de regulamentar, definir critérios e estabelecer os limites da atuação do cirurgião-dentista em Harmonização Orofacial, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) editou no ano passado, em 14 de agosto, a <span style="color: #993366;"><strong>Resolução CFO 230/2020</strong><span style="color: #000000;">, que de forma detalhada, definiu: </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>A Resolução 230/2020 do CFO</h1>
<p>A Resolução 230, que já está em vigor, elenca procedimentos cirúrgicos proibidos de serem realizados por profissionais dentistas, a fim de dirimir quaisquer eventuais dúvidas.</p>
<p>Desde então, <span style="color: #993366;"><strong>ficaram proibidos: </strong></span></p>
<ul>
<li>Alectomia &#8211; cirurgia plástica de nariz realizada para diminuir as abas ou asas nasais.</li>
<li>Blefaroplastia &#8211; cirurgia estética destinada a remover a pele enrugada e descaída das pálpebras superiores e/ou inferiores.</li>
<li>Cirurgia de castanhares ou lifting de sobrancelhas.</li>
<li>Otoplastia &#8211; cirurgia plástica realizada para mudar a aparência das orelhas do paciente, podendo ser estética ou reparadora.</li>
<li>Rinoplastia &#8211; cirurgia realizada na estrutura nasal para melhorar a estética ou a respiração do paciente.</li>
<li>Ritidoplastia ou face lifting &#8211; procedimento cirúrgico procura diminuir a flacidez e atenuar as rugas da face e pescoço.</li>
</ul>
<p>Também fica vedada ao cirurgião-dentista a realização de procedimentos em áreas anatômicas diversas de cabeça e pescoço.</p>
<p>A Resolução <strong>proíbe</strong> ainda a realização de <strong>publicidade e propaganda</strong> <strong>de procedimentos não odontológicos</strong> e alheios à formação superior em Odontologia, tais como micro pigmentação de sobrancelhas e lábios, maquiagem definitiva, design de sobrancelhas e remoção de tatuagens faciais e de pescoço, entre outros.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.crosp.org.br/uploads/arquivo/625e775b09adff84e9ca7e26b1916298.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e acesse à Resolução 230/2020 do CFO na íntegra</a></li>
</ul>
<p>No entendimento das entidades médicas, as áreas de atuação dos profissionais dentistas não podem ser editadas por simples decisões administrativas, tendo em vista procedimentos de caráter invasivo e estético, são atos exclusivos da medicina e regulamentados por lei.</p>
<p>No campo da Justiça, a Sociedade Brasileira de Dermatologia e as outras entidades médicas têm apresentado argumentos em defesa dos interesses da medicina e dos pacientes.</p>
<blockquote><p>“Trata-se de uma batalha longa, durante a qual nos manteremos firmes até às últimas consequências, sempre em favor do médico brasileiro, em especial do dermatologista, assim como em defesa da saúde, bem-estar e segurança dos pacientes”, disse Sergio Palma.</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, é importante que os pacientes saibam da proibição pelo próprio Conselho Federal de Odontologia, dos procedimentos listados acima, ou seja, por enquanto, <strong>dentistas não podem fazer cirurgias no nariz</strong>, ou nenhum dos demais procedimentos mencionados na atual Resolução do CFO.</p>
<p>Por fim, vale destacar que este entendimento não é definitivo, pois ainda está em curso um processo judicial que manteremos em acompanhamento. Enquanto não ocorrer uma nova regulamentação, deve ser cumprida a atual Resolução.</p>
<p>Qual a sua opinião sobre este assunto?<br />
Compartilhe com a gente nos comentários!</p>
<p>_____________________</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pacientes com preenchimento podem tomar vacina contra a Covid-19?</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/pacientes-com-preenchimento-podem-tomar-vacina-contra-a-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 17:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[No início deste ano, a agência americana FDA &#8211; Food and Drug Administration, que regulamenta medicamentos e alimentos, relatou sobre reações adversas da vacina para Covid-19 em pacientes com preenchimento facial. Muitas dúvidas e preocupações surgiram após estas divulgações e para ajudá-los a esclarecer o assunto, neste texto vamos desvendar se afinal, pacientes com preenchimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início deste ano, a agência americana FDA &#8211; Food and Drug Administration, que regulamenta medicamentos e alimentos, relatou sobre<strong> reações adversas da vacina</strong> para Covid-19 em pacientes com preenchimento facial.</p>
<p>Muitas dúvidas e preocupações surgiram após estas divulgações e para ajudá-los a esclarecer o assunto, neste texto vamos desvendar se afinal, <strong>pacientes com preenchimento podem tomar vacina contra a Covid-19?</strong></p>
<h2><strong><br />
Vacina para Covid-19 em pessoas com preenchimento labial ou facial.</strong></h2>
<p>Os preenchedores faciais são muito usados no mundo todo e podem ser temporários ou permanentes. Segundo a dermatologista Valéria Campos, essas reações são sintomas que não são uma exclusividade das vacinas contra o coronavírus. E costumam ser causados também por outros medicamentos, imunizantes ou outros gatilhos externos.</p>
<p>Para esclarecer de uma vez por todas essa questão das reações adversas das novas vacinas em pacientes com preenchimento, tomaremos como parâmetro, a nota oficial divulgada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia &#8211; SBD (para ler a nota na íntegra, <a href="https://www.sbd.org.br/noticias/sbd-esclarece-sobre-vacinacao-para-covid-19-em-pessoas-com-procedimentos-esteticos/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>).</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Dermatologia BD realizou os seguintes esclarecimentos:</p>
<ul>
<li>Em primeiro lugar, que esse tema deve ser tratado com cautela, sem alardes ou sensacionalismo.</li>
<li>A ocorrência de efeito adverso em pessoas com procedimentos estéticos apesar de extremamente rara, está prevista e descrita em estudos sobre o tema.</li>
<li>O efeito adverso relatado pela FDA, que ocorreu em duas pacientes voluntárias em um dos estudos sobre vacina com cerca de 30 mil participantes, é conhecido como <strong>edema tardio recorrente.</strong> Trata-se de uma reação inflamatória na área onde houve preenchimento facial ou labial.</li>
<li>Em 2017, esse tipo de reação foi tema do artigo &#8220;Edema tardio intermitente e persistente ETIP: reação adversa tardia ao preenchedor de ácido hialurônico&#8221;, na revista Surgical &amp; Cosmetic Dermatology, publicação da SBD.</li>
<li>Esse estudo reportou que essa substância ao ser aplicada em indivíduos com predisposição e na presença de gatilhos (infecções respiratórias, bacterianas ou virais e vacinação, entre outros) <strong><span style="text-decoration: underline;">pode</span> desencadear processo inflamatório devido à característica</strong> imunogênica <strong>(de gerar resposta imune)</strong> <strong>do preenchedor. </strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quero fazer preenchimento facial. Existe um tratamento com menor riscos para poder tomar vacina contra a Covid-19?</h2>
<p>Foi perguntado à dermatologista Valéria Campos em <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/vacina-contra-a-covid-19-e-procedimentos-esteticos,6041e1d02d97784f3e0ea905b72337e88750gnhn.html" target="_blank" rel="noopener">reportagem para o Terra</a>,  qual é o tratamento seguro para quem planeja se vacinar contra a Covid-19? Confira a resposta da especialista:</p>
<blockquote><p>&#8220;Depende do tipo do preenchimento, o ácido hialurônico tem menor risco, e a data do procedimento também é importante.</p>
<p>Um outro ponto a ser verificado é o histórico do paciente sobre alergias ou reações adversas. Uma dica é verificar com seu dermatologista o período de duração e que tipo de preenchimento foi aplicado. Certifique-se de receber o certificado do produto injetado, ou pelo menos fotografar a embalagem do produto. Outras opções disponíveis, e sem contraindicações, são os tratamentos a laser e ultrassom microfocado&#8221;.</p></blockquote>
<h2><strong><br />
</strong>Qual a conclusão da Sociedade Brasileira de Dermatologia?</h2>
<p>Na avaliação da Sociedade Brasileira de Dermatologia, pacientes com preenchimento podem tomar vacina!</p>
<p>Segundo a SBD, a possibilidade desse tipo de reação é REDUZIDA e NÃO DEVE IMPEDIR a adesão das pessoas à vacinação contra a Covid-19!</p>
<blockquote><p>“Não há motivo para alarde nem para preocupação. De forma nenhuma as pessoas que fizeram preenchimento devem evitar a vacina, pois existe uma alta recomendação para que todos saibam as vantagens de se imunizar e de não se preocupar com esses eventos adversos, que geralmente são leves e regridem rapidamente”, salientou a coordenadora do Departamento de Cosmiatria Dermatológica da SBD, Edileia Bagatin.</p></blockquote>
<p>Além disso, fique atento: caso algum sinal ou sintoma inesperado surja após tomar a vacina, qualquer pessoa (com preenchimento ou não) deve procurar orientação médica para ser devidamente avaliada e tratada.</p>
<p>Restou alguma dúvida se pacientes com preenchimento podem tomar vacina? Deixe nos comentários ou entre em contato com a gente:</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Modelo perde seio por causa de bactéria hospitalar após cirurgia plástica</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/modelo-perde-seio-por-causa-de-bacteria-hospitalar-apos-cirurgia-plastica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2020 23:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há duas semanas, durante o programa Superpop, da Rede TV, a modelo Monara Queiroga revelou que perdeu um dos seios por causa de uma infecção por bactéria hospitalar após cirurgia plástica, depois de colocar prótese de silicone. O caso ocorreu há cerca de três anos. Segundo a artista, ela sofreu por três meses, entrando em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há duas semanas, durante o programa <a href="https://www.redetv.uol.com.br/superpop/" target="_blank" rel="noopener">Superpop</a>, da Rede TV, a modelo Monara Queiroga revelou que perdeu um dos seios por causa de uma infecção por bactéria hospitalar após cirurgia plástica, depois de colocar prótese de silicone. O caso ocorreu há cerca de três anos.</p>



<p>Segundo a artista, ela sofreu por três meses, entrando em salas de cirurgia e tomando diversos medicamentos. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Achei que ia morrer. Fiquei com um buraco no seio direito pois a bactéria comia toda a pele, por isso perdi meu seio e <strong>tive que ficar um ano sem prótese.&#8221;</strong></p></blockquote>



<p>Wendell Uguetto, cirurgião plástico do <a href="https://www.einstein.br/Pages/Home.aspx" target="_blank" rel="noopener">Hospital Israelita Albert Einstein</a> e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reforça que, embora a cirurgia para colocação de próteses seja uma das que oferecem menor risco, é preciso que a paciente tenha cuidados fundamentais<strong> desde a escolha do hospital e profissional até o pós-cirúrgico. </strong></p>



<p>Ele explica que a contaminação ocorreu, <strong>provavelmente</strong>, depois de <strong>algum ponto abrir </strong>e deixar a prótese exposta.<br></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Isso acontece por causa de uma bactéria altamente patogênica, que é resistente a antibióticos. E como o medicamento chega ao corpo, mas não na prótese, faz com que o quadro clínico só piore&#8221;.<br></p></blockquote>



<p>Assim como ocorreu com a modelo, nesse tipo de caso, o melhor tratamento é a retirada do silicone. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Ela disse que a bactéria comia a pele. Isso é um termo leigo para o que ocorreu. Na verdade, a prótese ficou contaminada e por isso precisou ser retirada&#8221;, explica o cirurgião plástico.</p></blockquote>



<p>Para colocar uma nova prótese, a paciente precisa passar por um processo de recuperação e o médico avalia se é possível fazer um novo implante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implante de silicone é uma cirurgia de risco?</h2>



<p>Diferentemente de uma lipoaspiração, que tende a ser mais agressiva, fazer implante de silicone nos seios é um tipo de cirurgia de baixo risco. Segundo Uguetto, os problemas mais comuns são infecções, entre elas por bactéria hospitalar após cirurgia plástica, rejeição à prótese e <strong>insatisfação com o resultado</strong>. </p>



<p>Por isso ele reforça que, ao procurar um profissional, certifique-se se ele é de fato um cirurgião plástico e membro da <a href="http://www2.cirurgiaplastica.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica</a>. Além disso, escolha profissionais que <strong>realizem cirurgias em hospitais</strong>. &#8220;Nunca faça em clínicas. Se houver qualquer intercorrência durante a cirurgia, é muito mais fácil tratar de um paciente no ambiente hospitalar&#8221;, diz.</p>



<p>E desconfie sempre se o preço estiver muito abaixo do mercado. Normalmente, profissionais que oferecem um grande desconto podem trabalhar com<strong> próteses falsas </strong>ou de má qualidade aumentando o risco de infecções.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Como a justiça brasileira tem julgado casos de infeção por bactéria hospitalar após cirurgia plástica?</h1>



<p class="has-background has-pale-pink-background-color">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende e tem decidido que o hospital possui responsabilidade objetiva. Isso significa que os estabelecimentos hospitalares são fornecedores de serviços, e, como tais, <strong>respondem diretamente pelos danos causados aos seus pacientes.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/infeccao-hospitalar-pos-parto-gera-indenizacao-a-paciente-de-r100mil/">Paciente é indenizada em R$100 mil após infecção hospitalar</a></p></blockquote>



<p>Além disso, mesmo com o entendimento majoritário do STJ,  alguns juízes entendem a necessidade de demonstrar uma falha do estabelecimento hospitalar na prevenção de IRAS para eventual condenação frente aos danos provocados pela doença.</p>



<p>Porém, mesmo nessas situações, a paciente possui a inversão do ônus da prova. O que significa que <strong>cabe ao estabelecimento hospitalar atestar  e comprovar que obedeceu aos procedimentos que a Lei determina para prevenção de IRAS</strong>; caso contrário, instala-se a responsabilidade da instituição “<em>pela falta no dever de constituir e implantar esses procedimentos.”</em></p>



<p>Para exemplificar, vejamos o entendimento do TJMT:<br></p>



<p class="has-background has-luminous-vivid-amber-background-color">Uma mulher de 47 anos recebeu R$ 91 mil por danos morais, materiais e estéticos após uma cirurgia plástica realizada no Hospital Santa Rosa, em Cuiabá.</p>



<p> Ela foi infectada com uma micobactéria. A vítima realizou procedimentos para a colocação de próteses de silicone nos seios e abdominoplastia para correção de flacidez. A decisão é da juíza Edleuza Zorgetti Monteiro Silva, da 5ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá. </p>



<p class="has-background has-pale-cyan-blue-background-color">Como vimos, infelizmente, tem sido cada vez mais frequente, casos de bactéria hospitalar após cirurgia plástica. Se isso ocorrer, apesar do momento delicado que enfrentar, é importante buscar registrar a evolução da paciente, guardar receituários médicos, exames e ao decidir ajuizar uma ação, solicitar <strong>cópia integral do prontuário médico!</strong><br></p>



<p>Após, busque o apoio da Defensoria Pública da sua região, ou advogado&nbsp;<strong>especializado</strong>&nbsp;na área da saúde para orientá-la.</p>



<p>Fiquem atentas aos seus direitos!<br><br>Esse artigo sobre o risco de bactéria hospitalar após cirurgia plástica foi útil pra você? Compartilhe!<br>Aproveite o seu espaço logo abaixo e deixe o seu comentário!</p>



<p>Abraços,</p>



<p>__________________________________________<br><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br>Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde!<br>Email: contato@ritasoares.adv.br</p>



<p class="has-small-font-size">Fonte: <a href="https://noticias.uol.com.br/carnaval/2019/videos/?id=modelo-perdeu-seio-apos-cirurgia-plastica-bacteria-comia-a-pele-0402CD9A366CD8B96326" target="_blank" rel="noopener">Uol </a><br><a href="http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/infeccao-hospitalar/doc/ih_plastica05.pdf" target="_blank" rel="noopener">Infecções em cirurgia plástica &#8211; Sec. Saúde SP</a></p>
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		<title>Paciente é indenizada em R$50 mil após erro médico em abdominoplastia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2020 13:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Favoráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
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					<description><![CDATA[A abdominoplastia é uma cirurgia plástica realizada para retirar o excesso de pele, gordura localizada e recuperar a firmeza dos músculos da região abdominal. Esse procedimento geralmente é bastante requisitado por mulheres que tiveram uma gestação, pessoas que geneticamente possuem acúmulo de gordura na região da barriga ou quem teve perda substancial de peso. Infelizmente como já abordamos [...]]]></description>
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<p>A abdominoplastia é uma cirurgia plástica realizada para retirar o excesso de pele, gordura localizada e recuperar a firmeza dos músculos da região abdominal.</p>



<p>Esse procedimento geralmente é bastante requisitado por mulheres que tiveram uma gestação, pessoas que geneticamente possuem acúmulo de gordura na região da barriga ou quem teve perda substancial de peso.</p>



<p>Infelizmente como já abordamos aqui no blog, nem todos os procedimentos são um sucesso. Vejamos o caso de uma estudante de 28 anos <a href="https://ritasoares.adv.br/sofri-um-erro-medico-e-isso-mudou-a-minha-vida-diz-carina-palatnik/">vítima de erro médico</a> em abdominoplastia. Ela ganhou na Justiça uma indenização de R$50  mil por ter ficado com marcas e cicatrizes depois das cirurgias plásticas em Brasília.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão pela cirurgia</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Emagreci muito após a gestação e fiquei com tecido flácido. Eu queria retirar esse tecido, porque isso me incomodava muito”, lembra a jovem.</p>
</blockquote>



<p>A operação, que incluiu os procedimentos de lipoaspiração, abdominoplastia e prótese nas mamas, aconteceu em 2011. Dois anos depois <strong>ela fez uma cirurgia reparadora</strong> com o mesmo médico, <strong>e a situação ficou ainda pior</strong>.</p>



<p>A estudante conta ter se espantado com o resultado das cirurgias. Ela relata ter ficado com várias cicatrizes escuras e assimétricas, o umbigo plano e preto e os mamilos também assimétricos, o que a impediria de usar biquíni,</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“pois um deles aparece mesmo usando uma peça maior”. “Ficou uma cicatriz, além de grossa, enorme, um corte enorme.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A busca pelos seus direitos após erro médico em abdominoplastia</h2>



<p>Após a falha médica em abdominoplastia<strong> mulher entrou na Justiça contra o médico e as clínicas</strong> onde foi operada. Ela ganhou a ação em primeira e segunda instâncias. Além da indenização por danos morais e estéticos, a jovem deve receber pelos prejuízos que teve com despesas médicas decorrentes das consequências das operações.</p>



<p>A estudante conta que pretende usar o valor para “consertar” as marcas. À época das plásticas, ela tinha 24 anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ele acabou com a minha esperança, tudo o que eu tinha sonhado.”</p>
</blockquote>



<p>Segundo abordado no processo, faltou <strong>muita orientação para a paciente e isso é super importante em qualquer tipo de <a href="https://ritasoares.adv.br/erro-medico-em-cirurgia-plastica/">erro médico</a></strong>. Eram feitas muitas promessas de que ia ficar lindo, de que ia ficar perfeito, mas em nenhum momento ela não foi alertada para os riscos.</p>



<p>Para <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=+556135506613&amp;text=Olá! Estava lendo o texto sobre erro médico em abdominoplastia e queria mais informações." target="_blank" rel="noopener">falar com o escritório no Whatsapp, clique aqui</a>!</p>
<p>Após o recurso, o entendimento da segunda instância foi semelhante ao do juiz inicial. Confira um trecho:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Conquanto as cirurgias plásticas de natureza estética não estejam imunes aos efeitos inerentes a quaisquer interseções cirúrgicas, notadamente a subsistência de cicatrizes de acordo com a reação orgânica individualizada de cada um, incumbe ao profissional médico, consoante preceituado pelo Código de Ética Médica, o dever de disponibilizar à paciente informações claras e suficientes, alertando-a, de forma inequívoca, sobre os riscos do procedimento, inclusive sobre as incertezas do resultado final”, diz a sentença.</p>
<cite><br /></cite></blockquote>



<p>Como vimos, infelizmente, tem sido cada vez mais frequente, casos de erro médico após abdominoplastia ou qualquer outro procedimento. Se isso ocorrer, apesar do momento delicado que enfrentar, é importante buscar registrar a evolução do paciente, guardar receituários médicos, exames e ao decidir ajuizar uma ação, solicitar <strong>cópia integral do prontuário médico da paciente!</strong><br /><br />Após, busque o apoio da Defensoria Pública da sua região, ou advogado especializado na área da saúde para orientá-lo.</p>



<p>O texto sobre e<strong>rro médico em abdominoplastia</strong> foi útil para você? Compartilhe!</p>
<p><br /><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br />Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde!<br /><strong>Email</strong>: contato@ritasoares.adv.br<br /><strong>Whatsapp</strong>: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=+556135506613&amp;text=Ol%C3%A1!%20Estava%20lendo%20o%20texto%20sobre%20erro%20m%C3%A9dico%20em%20abdominoplastia%20e%20queria%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a></p>





<p>&nbsp;</p>



<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/07/tj-df-manda-medico-pagar-r-50-mil-jovem-por-falha-em-cirurgia-plastica.html" target="_blank" rel="noopener">G1</a></p>
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