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	<title>erro medico &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<description>Escritório de Advocacia focado em Direito da Saúde</description>
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	<title>erro medico &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<item>
		<title>Hospital errou no diagnóstico? Entenda seus direitos e como agir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 15:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[erro de diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[erro hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
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					<description><![CDATA[De coração para você, que está passando por isso… Eu sei como é difícil perceber que alguém da sua família não recebeu o cuidado que precisava. A incerteza, o medo e a sensação de que “algo ficou faltando” machucam demais. Falo não só como advogada, mas como filha e como alguém que já acompanhou situações [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="321" data-end="370">De coração para você, que está passando por isso…</p>
<p data-start="372" data-end="544">Eu sei como é difícil perceber que alguém da sua família não recebeu o cuidado que precisava. A incerteza, o medo e a sensação de que “algo ficou faltando” machucam demais.</p>
<blockquote>
<p data-start="546" data-end="790">Falo não só como advogada, mas como <strong>filha</strong> e como alguém que já acompanhou situações médicas delicadas na própria família. Sei como é angustiante buscar respostas, perceber a piora e ainda <strong>sentir qu</strong>e <strong>o hospital não deu atenção e suporte que era necessário.</strong></p>
</blockquote>
<p data-start="792" data-end="1080">E infelizmente, isso acontece mais do que deveria — tanto no SUS quanto na rede privada. Por isso, decisões recentes da Justiça têm reconhecido que <strong data-start="940" data-end="965">falhas no diagnóstico</strong>, como alta precoce, exames insuficientes ou atendimento superficial, <strong data-start="1035" data-end="1079">podem gerar responsabilidade do hospital</strong>.</p>
<p data-start="1082" data-end="1144">Este artigo é para você entender:</p>
<ul data-start="1146" data-end="1331">
<li data-start="1146" data-end="1196">
<p data-start="1148" data-end="1196">o que realmente configura erro de diagnóstico.</p>
</li>
<li data-start="1197" data-end="1244">
<p data-start="1199" data-end="1244">quando existe responsabilidade do hospital.</p>
</li>
<li data-start="1245" data-end="1275">
<p data-start="1247" data-end="1275">que provas são essenciais.</p>
</li>
<li data-start="1276" data-end="1331">
<p data-start="1278" data-end="1331">e como funciona o processo para buscar seus direitos.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1333" data-end="1457">Se o Hospital errou no diagnóstico, você não está sozinho. Vamos entender tudo isso, passo a passo.</p>
<h1 data-start="2154" data-end="2207"><strong data-start="2159" data-end="2207">O que é um &#8220;erro de diagnóstico&#8221;?</strong></h1>
<p data-start="2209" data-end="2369">O erro de diagnóstico não se resume a “o médico não acertou a doença”. Medicina não é ciência exata, e erros podem acontecer mesmo com conduta técnica adequada.</p>
<p data-start="2371" data-end="2457">O que gera responsabilidade indenizatória é a <span style="color: #ff6600;"><strong data-start="2417" data-end="2450">falha na prestação do serviço</strong></span>, como:</p>
<ul data-start="2459" data-end="2740">
<li data-start="2459" data-end="2520">
<p data-start="2461" data-end="2520">não solicitar exames essenciais diante de sintomas graves;</p>
</li>
<li data-start="2521" data-end="2574">
<p data-start="2523" data-end="2574">não investigar corretamente queixas persistentes;</p>
</li>
<li data-start="2575" data-end="2615">
<p data-start="2577" data-end="2615">liberar alta sem condições clínicas;</p>
</li>
<li data-start="2616" data-end="2652">
<p data-start="2618" data-end="2652">atrasar avaliação especializada;</p>
</li>
<li data-start="2653" data-end="2698">
<p data-start="2655" data-end="2698">desconsiderar piora evidente do paciente;</p>
</li>
<li data-start="2699" data-end="2740">
<p data-start="2701" data-end="2740">atendimento superficial e apenas  &#8220;protocolar&#8221;</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2742" data-end="2871">Quando essas falhas contribuem para agravamento do quadro, sequelas ou morte, o hospital pode ser responsabilizado judicialmente.</p>
<blockquote>
<p data-start="2873" data-end="3061">📌 <em data-start="2876" data-end="3061">Decisões judiciais recentes confirmam isso: quando a falta de investigação adequada leva à perda de chance terapêutica ou ao agravamento do quadro, o dever de indenizar é reconhecido.</em></p>
</blockquote>
<h1 data-start="3068" data-end="3136"><strong data-start="3073" data-end="3136">Quem pode ser responsabilizado pelo erro de diagnóstico?</strong></h1>
<ul>
<li data-start="3138" data-end="3169"><strong data-start="3141" data-end="3169">Hospitais</strong></li>
</ul>
<p data-start="3170" data-end="3264">Na maior parte dos casos, é considerada a  responsabilidade <strong data-start="3191" data-end="3203">objetiva! </strong> Ou seja, <strong data-start="3215" data-end="3255">não é preciso provar culpa do hospital</strong>, apenas:</p>
<ul data-start="3266" data-end="3328">
<li data-start="3266" data-end="3287">
<p data-start="3268" data-end="3287">que ocorreu falha do serviço</p>
</li>
<li data-start="3288" data-end="3297">
<p data-start="3290" data-end="3297">o dano causado ao paciente;</p>
</li>
<li data-start="3298" data-end="3328">
<p data-start="3300" data-end="3328">a relação entre a falha e o dano. Por exemplo: atestado médico, o próprio prontuário que o paciente esteve naquelas condições em determinado dia&#8230;</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3330" data-end="3477">Isso decorre do <strong data-start="3346" data-end="3386">art. 37, §6º da Constituição Federal</strong>, aplicável a municípios e entidades privadas que administram hospitais conveniados ao SUS.</p>
<p data-start="3479" data-end="3624">➡️ Portanto, <strong data-start="3492" data-end="3574">mesmo que o hospital seja administrado por fundação, OS ou entidade conveniada</strong>, o município continua responsável solidariamente!</p>
<p data-start="3652" data-end="3736">Em algumas outras situações, a responsabilidade do hospital pode ser considerada <strong data-start="3697" data-end="3710">subjetiva</strong>, exigindo comprovação de negligência, imprudência, ou imperícia, no próprio processo.</p>
<ul>
<li data-start="3955" data-end="3985"><strong data-start="3958" data-end="3985">Médicos individualmente</strong></li>
</ul>
<p data-start="3986" data-end="4254">Podem ser responsabilizados, mas somente quando há prova clara de conduta inadequada, distinta de problema estrutural do hospital.<br data-start="4116" data-end="4119" />Na prática, muitos processos recaem <strong data-start="4155" data-end="4182">apenas sobre o hospital</strong>, porque a falha decorre do sistema, e não do profissional isoladamente.</p>
<h1 data-start="4261" data-end="4353"><strong data-start="4266" data-end="4353">Quais provas são necessárias para processar um hospital por erro de diagnóstico?</strong></h1>
<p data-start="4355" data-end="4468">Este ponto é muito importante! Cuidado com &#8220;aventuras jurídicas&#8221;.  A minha recomendação é sempre focar e cuidar bem dos registros e documentos médicos! Eles são essenciais para este tipo de ação.</p>
<h3 data-start="4261" data-end="4353">🧾 <strong data-start="4473" data-end="4498">Documentos essenciais:</strong></h3>
<ul data-start="4499" data-end="4699">
<li data-start="4499" data-end="4532">
<p data-start="4501" data-end="4532">Prontuário médico completo</p>
</li>
<li data-start="4533" data-end="4554">
<p data-start="4535" data-end="4554">Exames realizados</p>
</li>
<li data-start="4555" data-end="4594">
<p data-start="4557" data-end="4594">Relatórios de internação e evolução</p>
</li>
<li data-start="4595" data-end="4621">
<p data-start="4597" data-end="4621">Prescrições e receitas</p>
</li>
<li data-start="4622" data-end="4655">
<p data-start="4624" data-end="4655">Atestado de óbito (se houver)</p>
</li>
<li data-start="4656" data-end="4699">
<p data-start="4658" data-end="4699">Registros de idas repetidas ao hospital</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="4701" data-end="4729"><strong data-start="4704" data-end="4729">Provas complementares</strong></h2>
<ul data-start="4730" data-end="4938">
<li data-start="4730" data-end="4787">
<p data-start="4732" data-end="4787">Depoimentos de familiares sobre evolução dos sintomas</p>
</li>
<li data-start="4788" data-end="4833">
<p data-start="4790" data-end="4833">Mensagens ou anotações sobre atendimentos</p>
</li>
<li data-start="4834" data-end="4889">
<p data-start="4836" data-end="4889">Notas fiscais de consultas particulares posteriores</p>
</li>
<li data-start="4890" data-end="4938">
<p data-start="4892" data-end="4938">Registro de reclamações internas (se houver)</p>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p data-start="4940" data-end="5090">📌 Fica a dica:  <em data-start="4943" data-end="5090">Tribunais dão grande importância ao prontuário: se há inconsistência, ausência de informações ou lacunas, isso geralmente joga a favor da vítima.</em></p>
</blockquote>
<h2 data-start="5092" data-end="5122"></h2>
<h1 data-start="5573" data-end="5634"><strong data-start="5578" data-end="5634">Exemplos de falhas que costumam gerar indenização</strong></h1>
<p data-start="5636" data-end="5726">Embora cada caso seja único, certas situações se repetem nos processos julgados no Brasil, quando o hospital errou o diagnóstico:</p>
<h3 data-start="5728" data-end="5750">✔ <strong data-start="5734" data-end="5750">Alta precoce</strong></h3>
<p data-start="5751" data-end="5844">Quando o paciente é liberado sem melhora clínica ou sem exames para excluir hipóteses graves.</p>
<h3 data-start="5846" data-end="5882">✔ <strong data-start="5852" data-end="5882">Falta de exames essenciais</strong></h3>
<p data-start="5883" data-end="6011">Casos em que sintomas importantes são subestimados e exames como tomografia, raio X ou exames laboratoriais não são solicitados.</p>
<h3 data-start="6013" data-end="6037">✔ <strong data-start="6019" data-end="6037">Piora ignorada</strong></h3>
<p data-start="6038" data-end="6135">Retornos repetidos ao pronto-socorro sem reavaliação adequada são indícios fortes de negligência.</p>
<h3 data-start="6137" data-end="6203">✔ <strong data-start="6143" data-end="6203">Diagnóstico superficial (“gases”, “ansiedade”, “virose”)</strong></h3>
<p data-start="6204" data-end="6296">Quando sintomas graves são tratados com explicações simplistas, sem investigação compatível.</p>
<h3 data-start="6298" data-end="6345">✔ <strong data-start="6304" data-end="6345">Demora injustificada na transferência</strong></h3>
<p data-start="6346" data-end="6435">Especialmente em municípios onde exames avançados não estão disponíveis na mesma unidade.</p>
<blockquote>
<p data-start="6437" data-end="6596">📌 Você sabia?  Em diversas decisões, inclusive de tribunais estaduais, juízes concluíram que <span style="color: #ff6600;"><strong data-start="6518" data-end="6595">a falta de investigação adequada é tão grave quanto um diagnóstico errado</strong>.</span></p>
</blockquote>
<h1 data-start="7447" data-end="7524"><strong data-start="7452" data-end="7524"><br />
Passo a passo: como processar um hospital por erro de diagnóstico<br />
</strong></h1>
<p data-start="7447" data-end="7524">📝 Hora de anotar (ou tirar o print!):</p>
<h3 data-start="7526" data-end="7564"><strong data-start="7529" data-end="7564">1. Solicite o prontuário médico</strong></h3>
<p data-start="7565" data-end="7658">É direito do paciente e da família! <span style="color: #ff6600;"><strong>Dica: hoje em dia, a maioria dos prontuários já são eletrônicos e enviados por email.</strong> </span>Entre em contato com o hospital e verifique o canal responsável  para realizar esta solicitação e <span style="text-decoration: underline;"><strong>guarde o protocolo ou comprovante de solicitação!</strong></span><br />
<br data-start="7600" data-end="7603" />Se houver recusa, a advogada pode pedir judicialmente, ok?</p>
<h3 data-start="7660" data-end="7697"><strong data-start="7663" data-end="7697">2. Organize uma linha do tempo</strong></h3>
<p data-start="7698" data-end="7760">Liste datas, sintomas, retornos ao hospital e piora do quadro.</p>
<h3 data-start="7762" data-end="7802"><strong data-start="7765" data-end="7802">3. Reúna documentos e testemunhas</strong></h3>
<p data-start="7803" data-end="7898">Registros familiares ajudam a demonstrar a evolução do quadro e a insuficiência do atendimento.</p>
<h3 data-start="7900" data-end="7944"><strong data-start="7903" data-end="7944">4. Consulte uma advogada especializada</strong></h3>
<p data-start="7945" data-end="7992">Processos contra hospitais exigem conhecimento:</p>
<ul data-start="7994" data-end="8051">
<li data-start="7994" data-end="8013">
<p data-start="7996" data-end="8013">técnico-médico,</p>
</li>
<li data-start="8014" data-end="8027">
<p data-start="8016" data-end="8027">jurídico,</p>
</li>
<li data-start="8028" data-end="8051">
<p data-start="8030" data-end="8051">e experiência em perícias.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="8053" data-end="8093"><strong data-start="8056" data-end="8093">5. A advogada ingressa com a ação</strong></h3>
<p data-start="8094" data-end="8116">A petição vai incluir:</p>
<ul data-start="8118" data-end="8196">
<li data-start="8118" data-end="8143">
<p data-start="8120" data-end="8143">falhas identificadas,</p>
</li>
<li data-start="8144" data-end="8155">
<p data-start="8146" data-end="8155">provas,</p>
</li>
<li data-start="8156" data-end="8196">
<p data-start="8158" data-end="8196">pedido de danos morais e/ou materiais<br />
(despesas ou prejuízos financeiros que o paciente sofreu).</p>
</li>
</ul>
<h3 data-start="8315" data-end="8336"><strong data-start="8318" data-end="8336">6. Juiz decide</strong></h3>
<p data-start="8337" data-end="8400">Com base nos documentos, possível perícia médica, o magistrado fixará na sentença:</p>
<ul data-start="8402" data-end="8478">
<li data-start="8402" data-end="8421">
<p data-start="8404" data-end="8421">se houve falha,</p>
</li>
<li data-start="8422" data-end="8445">
<p data-start="8424" data-end="8445">quem é responsável,</p>
</li>
<li data-start="8446" data-end="8478">
<p data-start="8448" data-end="8478">e qual o valor da indenização.</p>
</li>
</ul>
<h1 data-start="8485" data-end="8533">💰 <strong data-start="8490" data-end="8533">Quanto posso receber de indenização?</strong></h1>
<p data-start="8535" data-end="8588">Essa dúvida é muito comum, mas importante destacar que os valores variam bastante, especialmente porque cada situação tem um contexto e impacto diferente, mas os Tribunais levam em conta principalmente:</p>
<ul data-start="8590" data-end="8764">
<li data-start="8590" data-end="8613">
<p data-start="8592" data-end="8613">a gravidade da falha;</p>
</li>
<li data-start="8614" data-end="8664">
<p data-start="8616" data-end="8664">consequência (agravamento, sequelas ou morte);</p>
</li>
<li data-start="8665" data-end="8702">
<p data-start="8667" data-end="8702">impacto emocional nos familiares;</p>
</li>
<li data-start="8703" data-end="8728">
<p data-start="8705" data-end="8728">condições das partes;</p>
</li>
<li data-start="8729" data-end="8764">
<p data-start="8731" data-end="8764">caráter pedagógico da condenação.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="8766" data-end="8830">No Brasil, indenizações por erro de diagnóstico costumam variar:</p>
<ul data-start="8832" data-end="8992">
<li data-start="8832" data-end="8884">
<p data-start="8834" data-end="8884"><strong data-start="8834" data-end="8859">R$ 15 mil a R$ 50 mil</strong> (agravamento moderado)</p>
</li>
<li data-start="8885" data-end="8942">
<p data-start="8887" data-end="8942"><strong data-start="8887" data-end="8913">R$ 50 mil a R$ 200 mil</strong> (morte ou sequelas graves)</p>
</li>
<li data-start="8943" data-end="8992">
<p data-start="8945" data-end="8992">Acima de <strong data-start="8954" data-end="8968">R$ 300 mil</strong> em casos excepcionais</p>
</li>
</ul>
<p data-start="8994" data-end="9076"><em data-start="8994" data-end="9076">Esses números são baseados em padrões de julgamentos em Tribunais de todo o país, nos últimos dez anos, não em tabelas oficiais.</em></p>
<blockquote>
<p data-start="9632" data-end="9759"><span style="color: #ff6600;">A Justiça tem reconhecido que a falta de investigação <strong data-start="9686" data-end="9719">viola a dignidade do paciente</strong>, gera risco grave e merece compensação.</span></p>
</blockquote>
<h1 data-start="294" data-end="331"><strong data-start="296" data-end="331">Fique atento aos seus direitos!</strong></h1>
<p data-start="333" data-end="526">Quando há falha na investigação médica, atraso em exames ou alta precoce, o erro de diagnóstico deixa de ser “um contratempo” e passa a ser uma <strong data-start="477" data-end="525">violação real ao direito fundamental à saúde</strong>.</p>
<p data-start="528" data-end="842">A Justiça brasileira tem reconhecido — repetidamente — que o paciente <strong data-start="598" data-end="624">não pode arcar sozinho</strong> com as consequências de um atendimento que não investigou como deveria.<br data-start="696" data-end="699" /><span style="color: #ff6600;">E quando essa falha gera agravamento do quadro, sequelas ou até a perda de alguém querido, <strong data-start="790" data-end="841">há sim caminhos para buscar reparação e justiça</strong>.</span></p>
<h1 data-start="849" data-end="872">💌 <strong data-start="854" data-end="872">Mensagem final</strong></h1>
<p data-start="874" data-end="906">Querida leitora, querido leitor:</p>
<p data-start="908" data-end="1113">Eu sei que chegar até aqui não é leve.<br data-start="946" data-end="949" />Lidar com doença, dúvidas e sensação de que o atendimento não foi completo mexe com tudo: com a rotina, com o emocional e com a nossa confiança no sistema de saúde.</p>
<p data-start="1115" data-end="1164">Mas você não está sozinho. Você não está sozinha.</p>
<p data-start="1166" data-end="1383">Se houve falha no diagnóstico, <strong data-start="1197" data-end="1218">você tem direitos</strong>, e existem maneiras seguras de protegê-los.<br data-start="1262" data-end="1265" />Informação é o primeiro passo para transformar dor em força, incerteza em orientação e indignação em ação responsável.</p>
<p data-start="1385" data-end="1451">Cuide de si. Busque apoio. Questione quando algo não parece certo.</p>
<p data-start="1453" data-end="1555">E lembre-se: <strong data-start="1466" data-end="1555">sua saúde,  e a saúde de quem você ama, merece respeito, atenção e responsabilidade.</strong></p>
<p data-start="1557" data-end="1610">Com acolhimento e firmeza,<br data-start="1583" data-end="1586" /><strong data-start="1586" data-end="1610">Advogada Rita Soares</strong></p>
<p>📩 Email: <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="9321" data-end="9346">contato@ritasoares.adv.br</a><br data-start="9346" data-end="9349" />📸 Instagram: <a class="decorated-link" href="https://instagram.com/advogadaritasoares" rel="noopener" data-start="9369" data-end="9432" target="_blank">@advogadaritasoares</a><br data-start="9432" data-end="9435" /><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=6135506613&amp;text=" target="_blank" rel="noopener">💬 Clique aqui e fale com a gente pelo WhatsApp!</a></p>
<hr />
<h1 data-start="9766" data-end="9798"><strong data-start="9768" data-end="9798">FAQ — Perguntas frequentes</strong></h1>
<h3 data-start="9800" data-end="9851"><strong data-start="9804" data-end="9849">1. Todo diagnóstico errado é erro médico?</strong></h3>
<p data-start="9852" data-end="9953">Não. Só há erro quando há <strong data-start="9878" data-end="9902">falha no atendimento</strong>, como falta de exames essenciais ou alta indevida.</p>
<h3 data-start="9955" data-end="10022"><strong data-start="9959" data-end="10020">2. Processos contra hospitais públicos são mais difíceis?</strong></h3>
<p data-start="10023" data-end="10108">Não necessariamente. A responsabilidade é <strong data-start="10065" data-end="10077">objetiva</strong>, o que facilita a comprovação.</p>
<h3 data-start="10110" data-end="10158"><strong data-start="10114" data-end="10156">3. Posso processar sem pagar advogado?</strong></h3>
<p data-start="10159" data-end="10234">Sim. É possível pedir <strong data-start="10181" data-end="10201">justiça gratuita</strong> e recorrer à Defensoria Pública.</p>
<h3 data-start="10236" data-end="10295"><strong data-start="10240" data-end="10293">4. Preciso do prontuário para iniciar o processo?</strong></h3>
<p data-start="10296" data-end="10380">Ajuda muito, mas não é obrigatório. O juiz pode determinar que o hospital apresente.</p>
<h3 data-start="10382" data-end="10427"><strong data-start="10386" data-end="10425">5. Quanto tempo demora um processo?</strong></h3>
<p data-start="10428" data-end="10476">Em média, <strong data-start="10438" data-end="10452">2 a 5 anos</strong>, dependendo da perícia.</p>
<h3 data-start="10478" data-end="10509"><strong data-start="10482" data-end="10507">6. É possível acordo?</strong></h3>
<p data-start="10510" data-end="10551">Sim, especialmente em hospitais privados.</p>
<h3 data-start="10553" data-end="10608"><strong data-start="10557" data-end="10606">7. Se o paciente morreu, quem pode processar?</strong></h3>
<p data-start="10609" data-end="10646">Cônjuge, filhos, pais ou dependentes.</p>
<h1 data-start="13227" data-end="13254">📚 Fontes consultadas</h1>
<p data-start="13227" data-end="13254"><strong>Procedimento Comum Cível </strong><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Sent_Hosp_Irma_Dulce.pdf" target="_blank" rel="noopener">0009653-02.2013.8.26.0477</a><strong> &#8211; TJSP</strong></p>
<hr />
<blockquote data-start="14124" data-end="14235">
<p data-start="14126" data-end="14235"><strong data-start="14126" data-end="14136">Aviso:</strong> Este artigo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um profissional qualificado.</p>
</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Gaze é esquecida em corpo de paciente por mais de 20 anos</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/gaze-e-esquecida-em-corpo-de-paciente-por-mais-de-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 17:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[corpo estranho]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
		<category><![CDATA[gaze]]></category>
		<category><![CDATA[gaze esquecida]]></category>
		<category><![CDATA[material cirurgico]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao sair de uma cirurgia, ninguém imagina que pode ter ficado com algum material cirúrgico &#8220;esquecido&#8221; dentro do seu corpo, não é mesmo? Infelizmente, essa situação não é tão rara assim. Inclusive,  já enfrentamos algumas situações de esquecimento de corpo estranho em pacientes e compartilhamos o entendimento da justiça brasileira aqui no blog também. Confira [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao sair de uma cirurgia, ninguém imagina que pode ter ficado com algum material cirúrgico &#8220;esquecido&#8221; dentro do seu corpo, não é mesmo?</p>
<p>Infelizmente, essa situação não é tão rara assim. Inclusive,  já enfrentamos algumas situações de esquecimento de corpo estranho em pacientes e compartilhamos o entendimento da justiça brasileira aqui no blog também.</p>
<p>Confira esse caso relatado <span style="font-weight: 400;">na revista científica Cureus Medical Journal, se informe e ajude outros pacientes que enfrentem uma situação semelhante!</span></p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante exames realizados durante o atendimento de urgência, a mulher foi diagnosticada com <strong>anemia e inflamação na região abdominal.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A paciente foi submetida a um ultrassom e os médicos descobriram a origem do problema: um corpo estranho preso em sua cavidade abdominal.</span></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://ritasoares.adv.br/df-e-condenado-apos-ter-gaze-esquecida-em-paciente/">DF é condenado após ter gaze esquecida em paciente</a></strong></li>
</ul>
</blockquote>
<h2>Gaze é esquecida em corpo de paciente por mais de 20 anos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os médicos removeram um curativo que estava no intestino de uma mulher de 65 anos por mais de 20 anos. A paciente foi encaminhada ao pronto-socorro com dor abdominal intensa, febre e edema de membro inferior direito. Ela também sofreu de anorexia por um mês e perdeu cerca de 8 kg durante esse período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os responsáveis ​​pelo caso acreditam que a gaze foi esquecida durante uma cirurgia de 1999 para remover um câncer da mucosa gástrica. Os médicos revisaram todos os testes que o paciente realizou nos últimos 20 anos para determinar quando as bandagens começaram a aparecer nas imagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma massa localizada no quadrante superior esquerdo do abdome foi mencionada no relato. &#8220;No entanto, os pacientes desconheciam essa informação porque os exames nunca foram abertos ou analisados ​​por nenhum médico&#8221;, disseram os especialistas, na publicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o artigo, a incidência de esquecimento de material cirúrgico na cavidade abdominal é baixa, cerca de uma em cada 1.000 a 1.500 intervenções. No entanto, este caso é novo porque o paciente estava <strong>completamente assintomática por mais de 20 anos</strong> com um corpo estranho considerável na cavidade abdominal.</span></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/medico-e-condenado-em-r100-mil-apos-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Médico é condenado em R$100 mil após gaze esquecida dentro de paciente</a></li>
</ul>
</blockquote>
<h1 class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="21" data-lineheight="33.81px"><b>Acho que fui vítima de erro médico. Tenho uma gaze esquecida no corpo. O que fazer?</b></h1>
<p>É recomendável que pacientes que acreditam terem sido vítimas de erro médico consultem a opinião de outro <strong>médico para avaliar o seu diagnóstico</strong>, se possível, iniciar o tratamento e ter maior clareza da  conduta do primeiro profissional responsável pelo procedimento.</p>
<p>Há, inclusive, diversos profissionais médicos que estão habituados a elaborar relatórios periciais para juízes. Estes estão mais familiarizados com jargões e exigências jurídicas, de forma a apresentar relatórios em formatos mais adequados para servir de <strong>laudos</strong> em uma ação judicial.</p>
<p>Além disso, a paciente deve procurar uma <strong>advogada especializada em erro médico</strong>, que analisará seus documentos, o caso em particular e orientará sobre os seus direitos e próximos passos  a fim de  ajuizar a ação contra o médico e/ou contra outras partes envolvidas, tais como o Distrito Federal, Estado ou União, quando o tratamento tiver sido realizado através do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Podendo, ainda, <strong>responsabilizar o Hospital, a clínica e até mesmo a operadora de plano de saúde</strong>, quando se tratar de cirurgia particular ou pelo convênio. Cada caso deve ser analisado individualmente pelo advogado especialista, escolhido pelo paciente.</p>
<p>No processo, caberá pedir <strong>indenização por danos materiais, morais</strong>, lucros cessantes (que são valores que a paciente deixou de receber em razão da incapacidade proporcionada pelo erro médico) e pedido de <strong>pensão,</strong> quando tiver havido o óbito do paciente e ficar demonstrado que este era o provedor da família, por exemplo.</p>
<p>Informe-se e lute pela sua saúde e justiça!</p>
<p>__________________________________________<br />
<a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br />
Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde!<br />
Email: contato@ritasoares.adv.br<br />
Instagram: @advogadaritasoares</p>
<p><a href="https://wa.me/message/RTKBEBAAW6DFD1" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui e fale com a gente pelo Whatsapp!</strong></a></p>
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		<title>Hospital deve pagar pensão vitalícia e 1 milhão e meio por erro médico</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/hospital-deve-pagar-pensao-vitalicia-e-1-milhao-e-meio-por-erro-medico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 17:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[direito do paciente]]></category>
		<category><![CDATA[erro hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
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					<description><![CDATA[Um hospital foi condenado a pagar indenização, por danos morais e estéticos, a paciente que teve parte dos membros superiores e inferiores amputados por negligência no atendimento. A decisão é da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve sentença da 10ª Vara Cível da Capital, proferida pelo juiz [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um hospital foi condenado a pagar indenização, por danos morais e estéticos, a paciente que teve parte dos membros superiores e inferiores amputados por negligência no atendimento. A decisão é da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve sentença da 10ª Vara Cível da Capital, proferida pelo juiz Lincoln Antonio Andrade de Moura.</p>
<blockquote><p>O valor da reparação foi fixado em R$ 1,5 milhão, além de pensão mensal vitalícia no valor de um salário mínimo.</p></blockquote>
<h2>Entenda o caso e o erro médico:</h2>
<p>De acordo com o processo,  após acidente automobilístico, o autor sofreu diversas fraturas e foi encaminhado ao hospital, onde passou por cirurgias e tratamentos.</p>
<p>As amputações ocorreram em razão de infecção óssea não tratada. Para o relator do recurso, desembargador Antonio Carlos Mathias Coltro, ficou demostrado o nexo causal entre os danos sofridos e a ausência de tratamento do quadro infeccioso (osteomielite), que evoluiu a ponto de exigir a amputação.</p>
<blockquote><p>“A função do corpo foi severamente comprometida, já que o demandante não pode mais segurar objetos, fazer sua própria higiene íntima, preparar suas refeições, tomar banho e se vestir sozinho, ficar em pé e se locomover livremente”, destacou.</p></blockquote>
<h2><b>Mas afinal, o que é erro médico?</b></h2>
<p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">Juridicamente, considera-se um erro médico a ação ou omissão do profissional de saúde, que gere danos físicos, psicológicos, estéticos, morais ou ainda que leve à morte do paciente. </span></p>
<p>Como toda essa definição gera muitas dúvidas, confira o texto: <a href="https://ritasoares.adv.br/erro-medico/">o que é erro médico</a>?</p>
<h2><b>Em quanto tempo é possível responsabilizar o hospital?</b></h2>
<p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">Para recorrer à justiça, o paciente ou os familiares da vítima têm o prazo de 5 anos a partir da data do conhecimento do erro, ou seja, em muitos casos, a partir da data do procedimento cirúrgico!</span></p>
<ul>
<li><strong>Leia também</strong>: <a href="https://ritasoares.adv.br/hospital-e-condenado-em-r200-mil-e-pensao-a-vitima-por-erro-medico/">Hospital é condenado em R$200 mil  erro médico e pensão à vítima por erro médico</a></li>
<li><strong>Leia também:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/paciente-e-indenizada-em-r50-mil-apos-erro-medico-em-abdominoplastia/">Paciente é indenizada em R$50 mil após erro médico em abdominoplastia</a></li>
</ul>
<h2><b>Comentário da advogada Rita Soares sobre a condenação do hospital pelo erro médico:</b><b><br />
</b></h2>
<p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo <strong>jamais conseguirá afastar ou amenizar a dor</strong> desse paciente  e dos familiares teve o seu quadro de saúde subestimado pela equipe hospitalar.</span></p>
<p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">Nesse caso, me chamou atenção mais uma vez sobre a  importância do laudo pericial. O juiz nomeou um perito médico para avaliar os registros médicos apresentados pelo paciente e hospital, assim como os prontuários. </span></p>
<blockquote><p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">Essa prova foi ESSENCIAL a este caso, já que não houve qualquer comprovação de prescrição e uso de  antibióticos para tratar a infecção causada no paciente. </span><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;"><br />
</span></p></blockquote>
<p>Isto porque, ele desenvolveu osteomielite, que é uma inflamação causada por infecção bacteriana ou fúngica, no osso.</p>
<blockquote><p>Restou comprovado que as amputações decorreram de infecção e, assim, seria imprescindível a ministração de antibiótico, a fim de um melhor prognóstico para o paciente, o que não foi feito.</p></blockquote>
<p><span class="amp-wp-fe3f5cc" data-amp-original-style="font-weight: 400;">Contudo, no sentido de atribuir uma responsabilização aos agentes do hospital, a decisão seguiu a linha do entendimento majoritário dos demais tribunais brasileiros: a favor do paciente que não teve um tratamento digno. </span></p>
<p>Para buscar por justiça da melhor forma possível, peça ajuda de profissionais especialistas! Existem poucos advogados que realmente são <strong>especializados na área da saúde</strong>, por isso evite contratar algum advogado generalista, para evitar erros pequenos que podem ser fatais para o sucesso ou fracasso da  sua representação.</p>
<p>Se cuida!</p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório:</p>
<p>→ <strong>Email</strong>: <a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br">contato@ritasoares.adv.br</a><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><br />
</a>→ <strong>Redes Sociais</strong>: <a href="https://instagram.com/advogadaritasoares" target="_blank" rel="noopener">@advogadaritasoares</a><br />
→<strong> Telefone/Whatsapp</strong>: <a href="tel:0613550-6613">61 3550-6613</a> ou <a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=%2B556135506613&amp;text&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noopener">clique aqui para falar no Whatsapp</a></p>
<p>________________</p>
<p><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2023/4/B51A06C772BBF7_pacienteamputado2.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para ler a íntegra da decisão</a><br />
Fonte: <a href="https://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=91270" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça de São Paulo</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Médico e hospital devem indenizar família de bebê lesionado durante o parto</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/medico-e-hospital-devem-indenizar-familia-de-bebe-lesionado-durante-o-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 07:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
		<category><![CDATA[violencia obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico.  A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e foi atendida pelo médico. Porém, devido à demora na realização do parto e por negligência do médico, o bebê permaneceu por um tempo excessivo dentro do útero, o que lhe gerou sequelas neurológicas consideradas severas e irreversíveis. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O hospital e o médico se defenderam alegando que a lesão neurológica não teria ocorrido durante o parto, que o neném já teria nascido com a condição e que não houve sofrimento fetal. Além disso, o hospital alegou que não possui relação jurídica com os pacientes, uma vez que “</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">apenas fornece hospedagem e enfermagem</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">”. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Para a juíza, no entanto, o laudo pericial foi bastante esclarecedor em relação às provas e ao determinar a origem da paralisia cerebral sofrida pelo bebê. Na decisão, ela destaca que ficou claro que ocorreu erro médico:</span></p>
<blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">“As respostas aos quesitos sugerem uma série de procedimentos que poderiam ter sido realizados para evitar que o infante tivesse passado pelo sofrimento fetal. Assim, revelam a negligência no tratamento dado à parturiente e seu bebê. Portanto, está fartamente demonstrado o erro médico, gerando portanto a obrigação de indenizar dos requeridos”</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">.</span></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Por fim, o hospital e o médico foram condenados a pagar as indenizações de R$50 mil por danos morais e R$10 mil por danos estéticos. Além disso, eles também devem à família o valor de R$2.317,15 por danos materiais. </span></p>
<h2>Entenda o que é violência obstétrica?</h2>
<p>Embora nem todas as mulheres estejam familiarizadas com o assunto, muitas já foram vítimas desse tipo de agressão, que pode ser física ou verbal, tanto durante o parto quanto no pré-natal. É considerado violência todo tipo de xingamento, recusa de atendimento, realização de intervenções e procedimentos médicos não necessários, como exames de toque a todo instante, grandes episiotomias ou cesáreas desnecessárias. Isso só para citar alguns dos exemplos dessa enorme lista.</p>
<p class="font_8" dir="ltr">Em países como a Argentina e a Venezuela, a violência obstétrica é reconhecida como um crime cometido contra as mulheres, e segundo as leis destes países, a violência obstétrica é caracterizada pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vidas das mulheres.</p>
<p>No Brasil, segundo a Fundação Perseu Abramo, e a Associação Artemis,  <strong>1 em cada 4 mulheres brasileiras sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto</strong>.</p>
<p>Um tipo de violência obstétrica muito comum na América Latina é a <strong>episiotomia indiscriminada</strong>. De acordo com evidências científicas, a episiotomia tem indicação de ser usada em cerca de 10% a 15% dos casos e ela é praticada em mais de 90% dos partos hospitalares da América Latina.</p>
<p>Como diz a diretora-presidente da ONG Artemis, Raquel Marques, violência obstétrica é</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"> “Normalmente acontece quando os interesses do profissional de saúde ou da instituição são colocados acima dos direitos da paciente”</span></p>
</blockquote>
<p>Até mesmo a separação do bebê saudável e da mãe no pós-parto pode ser considerada uma forma de violência obstétrica. Assim como ter a entrada de um acompanhante barrada no trabalho de parto ou não receber analgesia quando solicitada.</p>
<div id="sc-zmlg1e" data-smartplay-instance-id="0">
<div class="componente_materia">
<h2 class="intertitulo">Sofri violência obstétrica. E agora?</h2>
</div>
<p>Ainda não temos uma legislação específica no Brasil, mas a mulher não está desprotegida. Deve-se observar o caso específico, mas uma episiotomia desnecessária, por exemplo, pode ser considerada lesão corporal. É possível que uma vítima vá a uma delegacia da mulher e faça a denúncia!</p>
<p>O mais aconselhado, no entanto, é procurar o Ministério Público para apurar tanto a conduta do profissional como da instituição. Como muitas vezes, a violência obstétrica é cultural, não é necessariamente um indivíduo é o culpado, mas todo o sistema. Outra opção é procurar uma reparação civil, por danos morais e até estéticos,  individualmente. Nesse caso, busque um advogado que atue especialmente nessa área!</p>
<p>Aquelas que decidirem seguir com a denúncia devem estar munidas da cópia do <strong>prontuário médico</strong> (peça o documento na instituição de saúde onde foi atendida. Ele é um direito seu!).</p>
<p>Lembre-se também de ligar no 180 para registrar o caso no canal de Violência contra a Mulher ou no 136 (Disque Saúde).</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620">
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<p>Se cuida!</p>
<p><strong><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a></strong></p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório especialista em <strong>Direito à Saúde e complicações após procedimentos estéticos:</strong></p>
<ul>
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<hr />
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Fonte: </span><a style="text-decoration: none;" href="https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Decisoes-dos-Tribunais/Decisoes-dos-Tribunais/Familia-de-bebe-que-sofreu-sequelas-neurologicas-severas-durante-parto-sera-indenizada-TJSC.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; -webkit-text-decoration-skip: none; text-decoration-skip-ink: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Editora Roncati</span></a></p>
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		<title>Saiba os seus direitos em caso de erro médico!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 17:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já foi vítima de algum erro cometido por um profissional de saúde? É crucial saber como agir e como buscar seus direitos diante de uma situação de erro médico!  De modo geral, o erro médico engloba não apenas condutas de médicos, mas também enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, etc. Ao acreditar ser vítima de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você já foi vítima de algum erro cometido por um profissional de saúde? É crucial saber como agir e como buscar seus direitos diante de uma situação de erro médico! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, o</span><b><i> erro médico </i></b><span style="font-weight: 400;">engloba não apenas condutas de médicos, mas também enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, etc. Ao acreditar ser vítima de um erro procedimental dessa natureza, o paciente pode ajuizar uma ação judicial, responsabilizando o profissional pelo erro. Após a análise de uma perícia técnica, o profissional pode ser condenado ao pagamento de indenizações por danos morais, materiais, estéticos ou funcionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) condenou o médico Carlos Eduardo Malzoni em R$144 mil,<strong> a fim de indenizar um paciente por problemas ocorridos durante o pós operatório de cirurgia bariátrica. </strong></span></p>
<h2>Entenda o caso:</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O paciente, de 41 anos, afirmou ter sido submetido a uma cirurgia “experimental” sem consentimento. Após o procedimento, o homem desenvolveu uma trombose de caráter irreversível, além de ascite (</span><i><span style="font-weight: 400;">“barriga d’água”)</span></i><span style="font-weight: 400;">, que pode gerar insuficiência renal ou hepática!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na condenação, o magistrado José Rodrigues Chaveiro fixou também o pagamento de R$20 mil como indenização por danos morais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os laudos periciais constataram que, de fato, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não havia autorizado o procedimento experimental, e que a técnica utilizada também não possui entendimento pacificado entre os médicos. </span></p>
<ul>
<li><strong>Leia também</strong>: <a href="https://ritasoares.adv.br/hospital-e-condenado-em-r200-mil-e-pensao-a-vitima-por-erro-medico/">Hospital é condenado em R$200 mil  erro médico e pensão à vítima por erro médico</a></li>
<li><strong>Leia também:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/paciente-e-indenizada-em-r50-mil-apos-erro-medico-em-abdominoplastia/">Paciente é indenizada em R$50 mil após erro médico em abdominoplastia</a></li>
</ul>
<h2><b>Afinal, o que é erro médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Juridicamente, considera-se um erro médico a ação ou omissão do profissional de saúde, que gere danos físicos, psicológicos, estéticos, morais ou ainda que leve à morte do paciente. </span></p>
<p>Como toda essa definição gera muitas dúvidas, confira o texto: <a href="https://ritasoares.adv.br/erro-medico/">o que é erro médico</a>?</p>
<h2><b>Em quanto tempo é possível responsabilizar o profissional de saúde?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para recorrer à justiça, o paciente ou os familiares da vítima têm o prazo de 5 anos a partir da data do conhecimento do erro, ou seja, em muitos casos, a partir da data do procedimento cirúrgico!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Leia também: </strong><a href="https://ritasoares.adv.br/cirurgiao-e-anestesista-sao-condenados-por-falta-de-informacao-em-cirurgia/">Cirurgião e anestesista são condenados por falta de informação em cirurgia</a></li>
</ul>
<h2></h2>
<h2><b>Confira a orientação da advogada Rita Soares sobre a falta de informação e os seus direitos em caso de erro médico:</p>
<p></b></h2>
<p><span class="amp-wp-87d64d5" data-amp-original-style="color: #ff6600;"><strong>É importante lembrarmos que o fato de toda cirurgia implicar riscos é exatamente a razão do dever de informação pelo profissional de medicina</strong></span>, que, de forma especificada, precisa <span class="amp-wp-f6bf23d" data-amp-original-style="text-decoration: underline;">alertar</span> sobre TODAS as adversidades dos procedimentos implementados para o tratamento de determinado paciente.</p>
<p>Caso ocorra a falta de informação em cirurgia, como no caso que compartilhamos acima,  ou ainda, em demais procedimentos insavisos, ocorre  falha na prestação das informações, o que gera o dever de reparação dos danos extrapatrimoniais.</p>
<p>Os Tribunais brasileiros têm se posicionado pelar responsabilização dos profissionais que negligenciam o total acesso às informações pelo paciente. Inclusive, vale destacar que o STJ em recente caso, fixou a indenização por danos morais de R$ 100 mil para o paciente e de R$ 50 mil para cada um de seus pais em uma situação semelhante.</p>
<p>Além disso, devemos destacar que elaborar um simples documento de <strong>Termo de Consentimento Livre e Esclarecido</strong> não afasta a responsabilidade do médico! O documento deve ser feito com as particularidades do quadro do paciente e da intervenção que será realizada, bem como totalmente esclarecido pelo profissional.</p>
<p>Para buscar por justiça da melhor forma possível, peça ajuda de profissionais especialistas! Existem poucos advogados que realmente são <strong>especializados na área da saúde, por isso é preciso ficar atento ao currículo e às últimas atuações do profissional</strong>! Evite contratar algum advogado generalista, para evitar erros pequenos que podem ser fatais para o sucesso ou fracasso da  sua representação.</p>
<p>Se cuida!</p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório:</p>
<p>→ <strong>Email</strong>: <a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br">contato@ritasoares.adv.br</a><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><br />
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<p>________________</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: <a href="http://Você já foi vítima de algum erro cometido por um profissional de saúde? É crucial saber como agir e como buscar seus direitos diante de uma situação de erro médico! De modo geral, o erro médico engloba não apenas condutas de médicos, mas também enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, etc. Ao acreditar ser vítima de um erro procedimental dessa natureza, o paciente pode ajuizar uma ação judicial, responsabilizando o profissional pelo erro. Após a análise de uma perícia técnica, o profissional pode ser condenado ao pagamento de indenizações por danos morais, materiais, estéticos ou funcionais. Recentemente, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) condenou o médico Carlos Eduardo Malzoni em R$144 mil, a fim de indenizar um paciente por problemas ocorridos durante o pós operatório de cirurgia bariátrica. O paciente, de 41 anos, afirmou ter sido submetido a uma cirurgia “experimental” sem consentimento. Após o procedimento, o homem desenvolveu uma trombose de caráter irreversível, além de ascite (“barriga d’água”), que pode gerar insuficiência renal ou hepática! Na condenação, o magistrado José Rodrigues Chaveiro fixou também o pagamento de R$20 mil como indenização por danos morais. Os laudos periciais constataram que, de fato, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não havia autorizado o procedimento experimental, e que a técnica utilizada também não possui entendimento pacificado entre os médicos. Afinal, o que é erro médico? Juridicamente, considera-se um erro médico a ação ou omissão do profissional de saúde, que gere danos físicos, psicológicos, estéticos, morais ou ainda que leve à morte do paciente. Em quanto tempo é possível responsabilizar o profissional de saúde? Para recorrer à justiça, o paciente ou os familiares da vítima têm o prazo de 5 anos a partir da data do procedimento ou do reconhecimento das complicações! Fonte: https://www.folhape.com.br/colunistas/seu-direito/em-caso-de-erro-medico-saibam-quais-sao-seus-direitos/31020/">Folha PE</a></span></p>
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		<title>A Cirurgia Plástica foi mal sucedida! E agora?</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/cirurgia-plastica-mal-sucedida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jul 2017 13:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Estético]]></category>
		<category><![CDATA[cicatriz]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plastica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plastica mal sucedida]]></category>
		<category><![CDATA[danoestetico]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
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					<description><![CDATA[Quelóides, infecção, trombose, bolhas, cicatrizes deformadas, resultado diferente do prometido&#8230; São inúmeras as possibilidades de consequências mal sucedidas de cirurgias plásticas. Mesmo seguindo todos as orientações médicas pré e pós operatório, esses riscos podem acontecer. E  costumam ser ainda mais frequentes em caso de anestesia geral ou quando se faz uma cirurgia grande, como abdominoplastia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quelóides, infecção, trombose, bolhas, cicatrizes deformadas, resultado diferente do prometido&#8230; São inúmeras as possibilidades de consequências mal sucedidas de cirurgias plásticas.</p>
<p>Mesmo seguindo todos as orientações médicas pré e pós operatório, esses riscos podem acontecer. E  costumam ser ainda mais frequentes em caso de anestesia geral ou quando se faz uma cirurgia grande, como abdominoplastia seguida de prótese de mama e enxerto de glúteos, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cirurgia Plástica mal sucedida: Quais os meus direitos?</h2>
<p>Primeiramente devemos identificar o real significado de &#8220;mal sucedida&#8221;. Por que foi a cirurgia plástica mal sucedida? O objetivo não foi alcançado? As cicatrizes estão deformadas?</p>
<p>Após, identificado a insatisfação, deve-se observar se todos a orientações do médico, os cuidados e deveres do paciente foram seguidos.</p>
<p>Dessa forma, a responsabilidade pelo erro ou consequência desastrosa da cirurgia se limita apenas ao médico. Esse <strong>compromisso do médico </strong>quanto ao<strong> resultado da </strong>sua<strong> cirurgia estética </strong>ocorre por conta da legislação brasileira vigente, o qual estabelece que o resultado de uma cirurgia plástica de embelezamento deve ser <span style="text-decoration: underline;">totalmente atingido, </span>conforme inclusive, decisões consolidadas pelo STJ.</p>
<p>Um dos casos comum por exemplo em mamoplastia é a soltura dos pontos após a cirurgia. Neste caso o médico é responsável uma outra cirurgia reparadora imediatamente para que o resultado prometido seja alcançado e com o mínimo de cicatriz possível!</p>
<h2>
O que os Tribunais têm decidido</h2>
<p>Nesses casos de cirurgia plástica mal sucedida, os Tribunais brasileiros têm condenado o cirurgião plástico a pagar à paciente indenizações de danos estéticos e ainda, a título de danos morais, <strong>devido ao resultado da cirurgia plástica mal sucedida e abalos causados a autoestima da paciente. </strong>Diante das graves consequências físicas e psicológicas geradas.</p>
<p>Essa indenização deve ver ser a mais ampla possível a fim de reparar todos os prejuízos gerados. Essa indenização pode envolver os danos materiais, com pedido de devolução dos valores pagos na cirurgia; danos morais pela dor psicológica e da frustração do procedimento  e danos estéticos em relação de possíveis mutilamentos e do aspecto visual do resultado cirúrgico.</p>
<p>O ideal é que o procedimento cirúrgico estético seja um sucesso, mas caso seja mal sucedido e o médico optar por não resolver amigavelmente, o caminho é procurar um advogado especialista na área e ingressar com uma ação judicial para que possa exigir o que é seu de direito!</p>
<p>Alguma dúvida?</p>
<p>Deixe nos comentários ou se preferir, envie por email ou nos seguintes contatos:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Email: </span><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><span style="font-weight: 400;">contato@ritasoares.adv.br</span><span style="font-weight: 400;"><br />
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</span></p>
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