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	<title>cancer de mama &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<description>Escritório de Advocacia focado em Direito da Saúde</description>
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	<title>cancer de mama &#8211; Advogada Rita Soares</title>
	<link>https://ritasoares.adv.br</link>
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	<item>
		<title>Oncotype DX negado pelo plano? Saiba como contestar a recusa!</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/oncotype-dx-negado-pelo-plano-saiba-como-contestar-a-recusa/</link>
					<comments>https://ritasoares.adv.br/oncotype-dx-negado-pelo-plano-saiba-como-contestar-a-recusa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[oncotype]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de tudo, o essencial: Se o Oncotype DX foi negado pelo plano de saúde, a paciente não deve aceitar a recusa como resposta definitiva. Quando o exame é indicado pelo oncologista para definir a melhor estratégia contra o câncer de mama, há fundamentos médicos e jurídicos para questionar a negativa,  inclusive com pedido de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Antes de tudo, o essencial:</h1>
<blockquote><p>Se o <strong>Oncotype DX foi negado pelo plano de saúde</strong>, a paciente não deve aceitar a recusa como resposta definitiva. <span style="color: #ff6600;">Quando o exame é indicado pelo oncologista para definir a melhor estratégia contra o câncer de mama</span>, há fundamentos médicos e jurídicos para questionar a negativa,  inclusive com pedido de liminar e reembolso, conforme o caso.</p></blockquote>
<h2>Neste texto, você vai entender:</h2>
<p>Receber um <strong><span style="color: #ff6600;">diagnóstico de câncer de mama</span></strong> já é uma experiência que traz medo, urgência e muitas decisões difíceis.</p>
<p>Em alguns casos, após a cirurgia ou durante a definição do tratamento, o oncologista indica o <strong>Oncotype DX</strong> para ajudar a responder uma pergunta decisiva: a quimioterapia realmente trará benefício para aquela paciente?</p>
<p>Mas <strong>muitas mulheres recebem a negativa do plano de saúde</strong> com justificativas como:</p>
<ul>
<li>“o exame não está previsto no Rol da ANS”</li>
<li>“não há cobertura contratual”</li>
<li>“o procedimento é realizado no exterior”</li>
<li>“existem exames semelhantes disponíveis”</li>
<li>“não foi comprovada a necessidade do teste”.</li>
</ul>
<p>É muito importante você saber que essa resposta pode ser contestada!</p>
<p>Sou a advogada Rita Soares, especialista em Direito da Saúde pela PUC/MG, e atuo há quase 10 anos na defesa de pacientes. Neste artigo, explico de forma simples quando a negativa do Oncotype DX pode ser abusiva, quais documentos fazem diferença e como agir sem perder tempo.</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://wa.me/556135506613" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e fale com nossa equipe pelo WhatsApp</a></strong></li>
</ul>
<h2>O que é o exame Oncotype DX e por que ele é importante?</h2>
<p>O Oncotype DX <strong>é um teste genômico</strong> realizado a partir do tecido tumoral. Ele analisa a expressão de 21 genes e pode auxiliar o oncologista a estimar o risco de recorrência do câncer de mama <span style="color: #ff6600;">e o possível benefício da quimioterapia</span> em casos selecionados.</p>
<p>Em geral, esse exame é utilizado para pacientes com câncer de mama invasivo em estágio inicial, receptor hormonal positivo e HER2 negativo. O resultado não substitui a avaliação médica, mas pode ser relevante para definir uma conduta terapêutica mais individualizada.</p>
<p>Na prática, o teste pode ajudar a equipe médica a avaliar se a paciente:</p>
<ul>
<li>pode se beneficiar da quimioterapia</li>
<li>apresenta baixo risco de recorrência</li>
<li>precisa de estratégia terapêutica mais agressiva</li>
<li>pode evitar uma quimioterapia sem benefício clínico relevante</li>
<li>deve combinar hormonioterapia, quimioterapia ou outros cuidados indicados pelo oncologista.</li>
</ul>
<p>Por isso, o Oncotype DX não deve ser tratado como um exame de conveniência. Em determinadas situações, ele integra a definição do próprio tratamento oncológico.</p>
<blockquote><p><strong>Importante:</strong> somente o médico oncologista pode avaliar se o Oncotype DX é adequado para cada caso. Nem toda paciente com câncer de mama terá indicação para esse teste. Já conversou com o seu médico?</p></blockquote>
<h2>Direto ao ponto: O plano de saúde deve cobrir o Oncotype DX?</h2>
<p><span style="color: #ff6600;">A resposta é: SIM! </span></p>
<p><strong>A cobertura pode ser exigida quando há prescrição médica fundamentada e necessidade clínica demonstrada.</strong></p>
<p>É importante evitar duas afirmações simplistas, que infelizmente vemos por aí:</p>
<ul>
<li>não é correto dizer que todo plano deve custear o exame automaticamente, em qualquer situação;</li>
<li>também não é correto afirmar que o plano pode negar livremente apenas porque o procedimento não aparece de forma expressa no Rol da ANS.</li>
</ul>
<p>A Lei nº 14.454/2022 incluiu critérios para a cobertura de tratamentos ou procedimentos não previstos no Rol da ANS. Entre os pontos relevantes estão a comprovação de eficácia baseada em evidências científicas e a existência de plano terapêutico, além de outras hipóteses legais. (<a title="jurisprudencia" href="https://portal.tjpr.jus.br/jurisprudencia/j/2100000027809921/Ac%C3%B3rd%C3%A3o-0009754-78.2023.8.16.0182" target="_blank" rel="noopener">TJPR Portal</a>)</p>
<p>Além disso, <strong>a ANS esclarece que o Rol é a lista mínima de consultas, exames, tratamentos e procedimentos de cobertura obrigatória, atualizada periodicamente conforme avaliação técnica</strong>. (<a title="Atualização do Rol de Procedimentos — Agência Nacional de Saúde Suplementar" href="https://www.gov.br/ans/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-da-sociedade/atualizacao-do-rol-de-procedimentos" target="_blank" rel="noopener">Serviços e Informações do Brasil</a>)</p>
<blockquote><p>No caso do Oncotype DX, tribunais têm reconhecido o dever de cobertura ou de reembolso <strong>quando o exame foi prescrito pelo oncologista para definir a conduta terapêutica,</strong> havia cobertura contratual para o câncer e a operadora não demonstrou alternativa equivalente e adequada.</p></blockquote>
<p>Temos exemplos de decisões favoráveis em vários estados, como DF, PR, SP, MG&#8230; E o ponto em comum é que consideram indevida a negativa de cobertura do Oncotype DX para paciente com carcinoma mamário invasor. Os acórdãos têm destacado destacou que o exame era necessário para a correta definição do tratamento e que a operadora não apresentou justificativa suficiente para restringir a prescrição médica. (<a title="jurisprudencia" href="https://portal.tjpr.jus.br/jurisprudencia/j/2100000027809921/Ac%C3%B3rd%C3%A3o-0009754-78.2023.8.16.0182" target="_blank" rel="noopener">TJPR Portal</a>)</p>
<h2>Por que os planos de saúde negam o Oncotype DX?</h2>
<p>As justificativas mais comuns costumam ser estas:</p>
<h3>“O exame não está no Rol da ANS”</h3>
<p>Essa é uma das negativas mais frequentes.</p>
<p>O Rol da ANS é importante, mas sua ausência não encerra automaticamente a discussão. A Lei nº 14.454/2022 prevê critérios para análise de procedimentos não listados, e o caso precisa ser avaliado conforme a prescrição, as evidências científicas e a necessidade concreta da paciente.</p>
<h3>“O plano não cobre exames realizados no exterior”</h3>
<p>Esse argumento exige atenção.</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça possui entendimento de que não há obrigação geral de custear procedimentos realizados fora do Brasil. <strong><span style="color: #ff6600;">Porém, a situação pode ser diferente quando o exame é necessário para o tratamento, não há alternativa equivalente disponível no país ou a operadora não oferece solução adequada para a paciente.</span> </strong>(<a title="Superior Tribunal de Justiça STJ - RECURSO ESPECIAL" href="https://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/stj/2507045918?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">JusBrasil</a>)</p>
<h3>“Existe outro exame que pode ser feito”</h3>
<p>A operadora não deve simplesmente citar uma alternativa genérica.</p>
<p>É necessário avaliar se o exame sugerido tem a mesma finalidade, validade clínica, aplicabilidade ao quadro da paciente e capacidade de substituir efetivamente o Oncotype DX na decisão terapêutica.</p>
<h3>“O exame é experimental”</h3>
<p>A alegação de experimentalidade precisa ser comprovada tecnicamente.</p>
<p>Se o Oncotype DX foi prescrito por oncologista, possui respaldo científico e influencia diretamente a definição do tratamento, a negativa genérica pode ser questionada.</p>
<h6>Leia também:</h6>
<ul>
<li>
<h6><strong style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 1.07em;"><a href="https://ritasoares.adv.br/o-plano-pode-negar-tratamento-de-paciente-com-cancer-descubra-como-agir/">Plano de saúde negou tratamento contra o câncer</a></strong></h6>
</li>
<li>
<h6><strong><a href="https://ritasoares.adv.br/o-que-fazer-apos-o-plano-negar-procedimento-medico/">Como agir diante de uma negativa do plano de saúde</a></strong></h6>
</li>
</ul>
<h2>O que fazer se o Oncotype DX for negado pelo plano de saúde?</h2>
<h3>1. Exija a negativa por escrito</h3>
<p>Não aceite apenas uma informação por telefone.</p>
<blockquote><p>Peça um documento, e-mail ou protocolo que indique claramente:</p></blockquote>
<ul>
<li>
<blockquote><p>o motivo da negativa (peça para o plano justificar. Afinal, qual cláusula do contrato fundamenta esta recusa? Qual procedimento substituto está previsto neste caso? Qual a justificativa técnica para a negativa?</p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p>a data da recusa</p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p>o número do protocolo</p></blockquote>
</li>
</ul>
<p><strong>A negativa por escrito é um dos documentos mais importantes para contestar a decisão administrativa ou ingressar com ação judicial.</strong></p>
<h3>2. Peça um relatório médico detalhado</h3>
<p>O relatório médico é o principal documento do caso.</p>
<p>Não basta ter apenas uma guia com o nome “Oncotype DX”. O ideal é que o oncologista explique, de forma objetiva, por que o teste é necessário para aquela paciente.</p>
<p>O relatório deve conter informações do diagnóstico completo e CID do paciente, tipo e estágio do câncer de mama, resultado de exames já realizados, informações sobre receptor hormonal e HER2, quando aplicável ; tratamentos já realizados ou planejados, justificativa clínica para o Oncotype DX; eventual urgência para realização do teste; se possível, informação sobre inexistência de alternativa equivalente, quando for o caso e mencionar brevemente sobre as consequências do atraso na definição do tratamento também podem ser importantes!</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Quanto mais completo estiver o relatório, maior será a qualidade da prova apresentada ao plano e ao Judiciário.</span></p>
<h3>3. Registre reclamação na ANS</h3>
<p><span style="color: #ff6600;">Se não tiver urgência, você pode sozinho, registrar uma reclamação na ANS! </span></p>
<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar possui canais para reclamações contra operadoras.</p>
<p>A reclamação administrativa pode ajudar a pressionar o plano a apresentar uma resposta mais detalhada e, em algumas situações, acelerar uma solução. A ANS também disponibiliza informações sobre cobertura assistencial e sobre a atualização do Rol de Procedimentos. (<a title="Atualização do Rol de Procedimentos — Agência Nacional de Saúde Suplementar" href="https://www.gov.br/ans/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-da-sociedade/atualizacao-do-rol-de-procedimentos" target="_blank" rel="noopener">Serviços e Informações do Brasil</a>)</p>
<p>No entanto, quando há urgência médica, não é necessário esperar indefinidamente pela resposta administrativa para buscar orientação jurídica.</p>
<h3>4. Converse com uma advogada especialista em saúde</h3>
<p>Quando o resultado do Oncotype DX é necessário para definir o tratamento contra o câncer, pode haver urgência.</p>
<p>Nessas situações, <span style="color: #ff6600;">é possível ajuizar ação com pedido de tutela de urgência, conhecida como liminar</span>. O objetivo é buscar uma decisão provisória e emergencial para obrigar o plano a custear o exame antes do fim do processo.</p>
<p>Já é importante você saber que para  análise judicial, é recomendado que você já tenha em mãos a negativa do plano de saúde, ok? O advogado inclusive poderá lhe orientar como deve ser o relatório médico ideal para esclarecer ao juiz sobre a abusividade do plano de saúde.</p>
<blockquote><p><strong>Dica importante:</strong> não espere a proximidade do início da quimioterapia para organizar a documentação. Em casos oncológicos, o tempo pode ser decisivo!</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="https://wa.me/556135506613" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e consulte seu caso pelo WhatsApp!</a></strong></li>
</ul>
<h1>⚠️ E se a paciente já pagou pelo Oncotype DX?</h1>
<p>A paciente que realizou o exame de forma particular, diante de uma negativa do plano, pode avaliar um pedido de reembolso ou ressarcimento integral!</p>
<p>Isso depende das circunstâncias do caso e da prova disponível.</p>
<p>Em julgamento do Tribunal de Justiça do Paraná, houve reconhecimento do dever de restituição 100% do valor pago por paciente que realizou o Oncotype DX após a negativa da operadora. O tribunal considerou relevante que o exame havia sido indicado pelo oncologista e era necessário para a definição do tratamento. (<a title="jurisprudencia" href="https://portal.tjpr.jus.br/jurisprudencia/j/2100000027809921/Ac%C3%B3rd%C3%A3o-0009754-78.2023.8.16.0182" target="_blank" rel="noopener">TJPR Portal</a>)</p>
<blockquote><p>Mas atenção: o pagamento particular não garante reembolso automático.</p></blockquote>
<p>É essencial demonstrar:</p>
<ul>
<li>a prescrição médica com a urgência ou necessidade do exame;</li>
<li>a negativa indevida;</li>
<li>o valor efetivamente pago;</li>
<li>a inexistência de alternativa equivalente oferecida pelo plano, quando for o caso.</li>
</ul>
<p>Cada processo deve ser analisado individualmente. A existência de decisão favorável em outros casos não substitui a análise do relatório médico, do contrato e das circunstâncias clínicas da paciente. Ok?</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A paciente e sua família, não precisam enfrentar esse momento sem informação e sem apoio.</strong></span></p>
<p>Com relatório médico completo, negativa formal e documentos bem organizados, é possível avaliar medidas administrativas e judiciais para buscar o tratamento indicado o mais rápido possível!</p>
<p>Compartilhe este artigo com outras pacientes, familiares e profissionais de saúde que possam precisar dessas informações.</p>
<p><strong>Advogada Rita Soares</strong><br />
Defesa do seu bem mais precioso: a vida com saúde.</p>
<p><strong><a href="https://wa.me/556135506613" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e fale com nossa equipe pelo WhatsApp</a></strong></p>
<hr />
<p>❓ Perguntas frequentes sobre Oncotype DX e plano de saúde</p>
<h3>1. O plano de saúde é obrigado a cobrir o Oncotype DX?</h3>
<p>A cobertura depende do caso concreto. Quando o exame é prescrito pelo oncologista, possui justificativa clínica e é necessário para definir o tratamento, a negativa pode ser questionada administrativa ou judicialmente.</p>
<h3>2. O Oncotype DX está no Rol da ANS?</h3>
<p>O teste de 21 genes já foi objeto de análise no processo de atualização do Rol, mas a cobertura precisa ser conferida na norma vigente e analisada conforme o caso. A ausência de previsão expressa não encerra automaticamente a discussão jurídica.</p>
<h3>3. O plano pode negar o exame porque ele é feito no exterior?</h3>
<p>A realização fora do Brasil pode tornar a discussão mais complexa. Ainda assim, é necessário verificar se existe alternativa equivalente, se a negativa foi tecnicamente justificada e se o exame é indispensável para o tratamento da paciente.</p>
<h3>4. Posso pedir liminar para realizar o Oncotype DX?</h3>
<p>Sim. Quando há urgência médica e documentação adequada, pode ser possível pedir uma tutela de urgência para que o plano custeie o exame antes do julgamento final do processo.</p>
<h3>5. Posso pedir reembolso se paguei pelo Oncotype DX?</h3>
<p>Em algumas situações, sim. É necessário comprovar a indicação médica, a negativa do plano, o pagamento, a necessidade clínica e a relação entre o exame e a definição do tratamento.</p>
<h3>6. O Oncotype DX serve para diagnosticar câncer de mama?</h3>
<p>Não. O exame é utilizado após o diagnóstico, em situações específicas, para auxiliar na avaliação do risco de recorrência e do possível benefício da quimioterapia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Fontes</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.gov.br/ans/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-da-sociedade/atualizacao-do-rol-de-procedimentos" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Saúde Suplementar — Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/ans/pt-br/arquivos/acesso-a-informacao/participacao-da-sociedade/consultas-publicas/cp81/procedimentos/re_118_teste_de_21_genes_ca_de_mama.pdf" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Saúde Suplementar — Relatório de recomendação: Teste de 21 genes para câncer de mama</a>.</li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm" target="_blank" rel="noopener">BRASIL. Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998 — Lei dos Planos de Saúde.</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/lei/l14454.htm" target="_blank" rel="noopener">BRASIL. Lei nº 14.454, de 21 de setembro de 2022.</a></li>
<li><a href="https://portal.tjpr.jus.br/jurisprudencia/j/2100000027809921/Ac%C3%B3rd%C3%A3o-0009754-78.2023.8.16.0182" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Paraná — Recurso Inominado nº 0009754-78.2023.8.16.0182</a>.</li>
<li><a href="https://www.fleurygenomica.com.br/exames/teste-oncotype-dx-para-cancer-de-mama-invasivo/" target="_blank" rel="noopener">Fleury Genômica — Teste Oncotype DX para câncer de mama invasivo.</a></li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Última atualização: 23/06/2026</strong></p>
<blockquote><p>Este artigo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um profissional qualificado.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O plano pode negar tratamento de paciente com câncer? Descubra como agir!</title>
		<link>https://ritasoares.adv.br/o-plano-pode-negar-tratamento-de-paciente-com-cancer-descubra-como-agir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de prostata]]></category>
		<category><![CDATA[negativa do plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento oncologico]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de tudo, o essencial: De coração para você, que está passando por isso… Receber um diagnóstico de câncer já é um abalo profundo.A vida muda de direção, a rotina se reorganiza, a mente se enche de dúvidas e o medo aparece sem pedir licença. E quando, além da doença, o plano de saúde nega [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-start="819" data-end="835">Antes de tudo, o essencial:</h1>
<p data-start="353" data-end="409"><strong data-start="356" data-end="409">De coração para você, que está passando por isso…</strong></p>
<p data-start="411" data-end="583">Receber um diagnóstico de câncer já é um abalo profundo.<br data-start="467" data-end="470" />A vida muda de direção, a rotina se reorganiza, a mente se enche de dúvidas e o medo aparece sem pedir licença.</p>
<p data-start="585" data-end="979">E quando, além da doença, <span style="color: #ff6600;">o plano de saúde <strong data-start="628" data-end="670">nega o tratamento indicado pelo médico</strong></span>, o golpe é ainda mais duro. A sensação é de <strong>injustiça, impotência e desamparo.</strong></p>
<blockquote>
<p data-start="585" data-end="979">Eu entendo. Como advogada e como filha que já acompanhou familiares em jornadas oncológicas, sei todo o peso que carrega uma negação de um tratamento pelo plano de saúde neste momento.</p>
</blockquote>
<h2 data-start="460" data-end="499">🩺 Neste artigo, você vai entender:</h2>
<p data-start="981" data-end="1155">
Você precisa saber algo essencial: <strong data-start="1020" data-end="1082">o plano de saúde não pode escolher quem vive e quem trata.</strong><br data-start="1082" data-end="1085" />A lei protege você e a Justiça brasileira tem reafirmado isso, repetidas vezes.</p>
<p data-start="1157" data-end="1490">Recentemente, inclusive, decisões judiciais têm determinado que operadoras custeiem <strong data-start="1241" data-end="1304">quimioterapia, imunoterapia e outros tratamentos essenciais</strong>, mesmo quando alegam cláusulas antigas ou exclusões contratuais. <span style="color: #ff6600;">Os tribunais têm sido firmes: <strong data-start="1400" data-end="1489">negar terapia oncológica indispensável é abusivo e fere o direito fundamental à saúde</strong>.</p>
<p></span>Todos nós sabemos (e segundo o INCA), o acesso rápido ao tratamento oncológico aumenta significativamente as chances de controle da doença. Por isso, cada dia conta  e é exatamente nesse ponto que a lei protege você.</p>
<p>Se você, ou quem você ama, está vivendo essa situação, este texto vai te mostrar quais são os seus direitos e como agir a tempo de proteger sua saúde.</p>
<ul>
<li><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=6135506613&amp;text=" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui e fale com a gente pelo Whatsapp!</strong></a></li>
</ul>
<h1 data-start="1611" data-end="1670"><strong data-start="1613" data-end="1670">Direto ao ponto: Não, o plano não pode negar tratamento de paciente com câncer!</strong></h1>
<p data-start="1672" data-end="1761">A Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98) e o Código de Defesa do Consumidor deixam claro:</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ É o médico assistente que deve definir o tratamento</h3>
<p data-start="1811" data-end="1951">Quando o profissional indica quimioterapia, imunoterapia ou medicamento específico, <span style="color: #ff6600;">o plano não pode substituir por alternativas inferiores.</span></p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ Medicamentos aprovados pela Anvisa devem ser cobertos</h3>
<p data-start="2015" data-end="2114">Se o tratamento tem registro sanitário, a negativa é considerada, pela jurisprudência (entendimento dos Tribunais), <strong data-start="2102" data-end="2113">abusiva</strong>.</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ O paciente não pode ser prejudicado por contratos antigos</h3>
<p data-start="2182" data-end="2383">Operadoras ainda tentam alegar “contrato anterior à lei”, mas os tribunais rejeitam isso há anos.<br data-start="2279" data-end="2282" /><span style="color: #ff6600;">Cláusulas que limitam tratamentos essenciais são <strong data-start="2331" data-end="2340">nulas</strong></span>, porque colocam em risco a vida e a saúde!!!</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ Planos coletivos também seguem o Código de Defesa do Consumidor</h3>
<p data-start="2430" data-end="2586">Planos coletivos empresariais comuns <strong data-start="2525" data-end="2585">não podem negar cobertura com base em exclusões abusivas</strong>.</p>
<h1 data-start="3348" data-end="3398"><strong data-start="3350" data-end="3398">O que fazer se o plano negar o tratamento oncológico?</strong></h1>
<h3 data-start="4681" data-end="4718">1. Exija a negativa por escrito</h3>
<p data-start="4719" data-end="4861">A <strong data-start="4721" data-end="4753">Resolução nº 395/2016 da ANS</strong> obriga os planos a fornecerem, em até 24 horas, <strong data-start="4802" data-end="4831">justificativa por escrito</strong> quando recusarem cobertura.</p>
<h3 data-start="4863" data-end="4916">2. Solicite apoio médico e documentação técnica</h3>
<p data-start="4917" data-end="5017">Peça ao médico que atualize o relatório e detalhe a urgência do tratamento. Isso reforça o pedido.</p>
<h3 data-start="5019" data-end="5047">3. Reclame junto à ANS</h3>
<p data-start="5048" data-end="5228">A denúncia pode ser feita pelo <strong data-start="5079" data-end="5109">Disque ANS (0800 701 9656)</strong> ou pelo site <strong data-start="5123" data-end="5141"><a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="5125" data-end="5139">www.gov.br/ans</a></strong>.<br data-start="5142" data-end="5145" />Muitas vezes, o simples registro de reclamação acelera a liberação do tratamento.</p>
<h3 data-start="5230" data-end="5265">4. Busque orientação jurídica</h3>
<p data-start="5266" data-end="5497">Se não puder aguardar o retorno da ANS (ou não quiser) <strong data-start="5298" data-end="5330">é possível acionar a Justiça</strong> com pedido de <strong data-start="5345" data-end="5377">liminar (tutela de urgência)</strong>.<br />
<br data-start="5378" data-end="5381" />Essas decisões costumam ser rápidas. Na maioria dos casos, o juiz determina a cobertura do tratamento <strong data-start="5475" data-end="5494">em até 72 horas, sob pena de multa!<br />
</strong></p>
<blockquote>
<p data-start="5266" data-end="5497"><strong data-start="5475" data-end="5494">Fique atento: </strong>Advogados que atuam com direito à saúde conhecem os caminhos legais e os documentos corretos para garantir o tratamento rapidamente, muitas vezes em poucas horas, por meio de decisões liminares.<strong data-start="5475" data-end="5494"><br />
</strong></p>
</blockquote>
<ul>
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</ul>
<h2 data-start="4132" data-end="4152"><strong data-start="4135" data-end="4152">5. Aja rápido</strong></h2>
<p data-start="4153" data-end="4288">Tempo importa e não apenas para o processo, mas principalmente para a sua saúde.<br data-start="4218" data-end="4221" />A recusa injusta do plano não suspende a necessidade do tratamento.</p>
<ul>
<li data-start="4153" data-end="4288"><strong><strong>Leia também: </strong></strong><a href="https://ritasoares.adv.br/cirurgia-robotica-de-prostata-nova-decisao-da-ans-garante-cobertura/">Cirurgia robótica de próstata: nova decisão da ANS garante cobertura</a></li>
</ul>
<h1 data-start="4295" data-end="4338"><strong data-start="4297" data-end="4338">O que você pode conseguir na Justiça?</strong></h1>
<p data-start="551" data-end="782">Quando o plano de saúde nega um tratamento oncológico essencial, a Justiça pode intervir de forma rápida e eficaz para proteger a saúde do paciente. Os pedidos variam conforme cada situação, mas, de maneira geral, é possível obter:</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ <strong data-start="790" data-end="834">Custeio integral do tratamento prescrito</strong></h3>
<p data-start="837" data-end="1136">Isso inclui todas as etapas do protocolo indicado pelo médico: sessões de quimioterapia ou imunoterapia, medicamentos, materiais, internações e suporte necessário ao tratamento.<br data-start="1014" data-end="1017" />A prioridade do Judiciário é garantir que <strong data-start="1059" data-end="1135">nenhuma pessoa fique sem tratamento por causa da recusa injusta do plano</strong>.</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞ <strong data-start="1144" data-end="1183">Reembolso de despesas já realizadas</strong></h3>
<p data-start="1186" data-end="1463">Se o paciente precisou iniciar o tratamento por conta própria — por urgência ou desespero —, a Justiça pode determinar que o plano devolva integralmente os valores pagos, desde que a terapia estivesse corretamente prescrita e fosse essencial para conter a progressão da doença.</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞<strong data-start="1471" data-end="1487">Danos morais</strong></h3>
<p data-start="1490" data-end="1801">Negar tratamento contra câncer <strong data-start="1521" data-end="1561">não é uma simples questão contratual</strong>: é uma conduta que gera medo, angústia, insegurança e risco real à vida.<br />
<br data-start="1634" data-end="1637" />Por isso, os tribunais reconhecem que a recusa indevida coloca o paciente em situação de extrema vulnerabilidade emocional, justificando o pagamento de indenização.</p>
<h3 id="symbol-title" class="symbol-main__title" data-height-descr="title">☞<strong data-start="1809" data-end="1838">Multas por descumprimento</strong></h3>
<p data-start="1841" data-end="2065">Para evitar atrasos, a Justiça costuma fixar multa diária caso o plano não cumpra a ordem judicial no prazo determinado.<br data-start="1961" data-end="1964" />Isso impede que a operadora “empurre com a barriga” ou crie barreiras administrativas após a decisão.<br />
<span style="color: #161616; font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 1.285em; font-weight: bold;"><br />
💡 </span><em style="color: #161616; font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 1.285em; font-weight: bold;" data-start="2079" data-end="2123">Um ponto essencial para você ter em mente: </em></p>
<blockquote>
<p data-start="2126" data-end="2405"><strong data-start="2126" data-end="2148">Cada caso é único.</strong><br data-start="2148" data-end="2151" />A análise profissional é indispensável para identificar quais pedidos se aplicam à sua situação, quais documentos são necessários e qual estratégia jurídica é mais adequada para garantir o início ou continuidade do tratamento <strong data-start="2377" data-end="2404">no menor tempo possível</strong>.</p>
</blockquote>
<p data-start="2407" data-end="2473">E um entendimento é constante em praticamente todas as decisões:</p>
<blockquote data-start="2475" data-end="2590">
<p data-start="2477" data-end="2590"><span style="color: #ff6600;">Nenhuma cláusula contratual pode se sobrepor ao direito à vida e ao acesso ao tratamento oncológico adequado.</span></p>
</blockquote>
<ul>
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</ul>
<h1 data-start="4851" data-end="4888"><strong data-start="4853" data-end="4888">Fique atento aos seus direitos!</strong></h1>
<p data-start="4890" data-end="5038">O tratamento oncológico <strong data-start="4914" data-end="4936">não é um benefício, nem mesmo um mero favor,</strong> <span style="text-decoration: underline;"><strong>é um direito garantido por lei,</strong></span> por regulamentações sanitárias e pela própria Constituição Federal.</p>
<p data-start="5040" data-end="5217">Quando há prescrição médica e registro na Anvisa, <span style="text-decoration: underline;"><strong data-start="5090" data-end="5116">o plano deve autorizar</strong>.</span><br data-start="5117" data-end="5120" />E quando a recusa atrasa ou impede o tratamento, a Justiça reconhece a ilegalidade dessa conduta.</p>
<blockquote>
<p data-start="5040" data-end="5217"><span style="color: #ff6600;">Saber os seus direitos é o primeiro passo para impedir que a recusa do plano comprometa o seu tratamento.</span></p>
</blockquote>
<h1 data-start="5224" data-end="5247">💌 <strong data-start="5229" data-end="5247">Mensagem final</strong></h1>
<p data-start="5249" data-end="5281">Querida leitora, querido leitor:</p>
<p data-start="5283" data-end="5459">Eu sei o peso emocional que acompanha o tratamento do câncer.<br data-start="5344" data-end="5347" />A incerteza, o medo, a luta diária, e por vezes, a frustração de lidar com negativas que não deveriam existir.</p>
<p data-start="5461" data-end="5510">Mas você não está sozinho. Você não está sozinha.</p>
<p data-start="5512" data-end="5710">Se o plano negou um tratamento essencial, <strong data-start="5554" data-end="5587">isso não significa que acabou</strong>.<br data-start="5588" data-end="5591" />Significa apenas que você precisa exercer seus direitos e eles existem para proteger exatamente quem está vulnerável.</p>
<p data-start="5712" data-end="5800">Informe-se. Questione. Busque ajuda.<br data-start="5748" data-end="5751" />A sua saúde (e de quem você ama) merece respeito, amparo e prioridade.</p>
<p data-start="5802" data-end="5855">Com acolhimento e firmeza,<br data-start="5828" data-end="5831" /><strong data-start="5831" data-end="5855">Advogada Rita Soares</strong></p>
<p data-start="5857" data-end="5981">📩 Email: <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="9321" data-end="9346">contato@ritasoares.adv.br</a><br data-start="9346" data-end="9349" />📸 Instagram: <a class="decorated-link" href="https://instagram.com/advogadaritasoares" target="_blank" rel="noopener" data-start="9369" data-end="9432">@advogadaritasoares</a><br data-start="9432" data-end="9435" /><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=6135506613&amp;text=" target="_blank" rel="noopener">💬 Clique aqui e fale com a gente pelo WhatsApp!</a></p>
<p><strong data-start="14126" data-end="14136">Aviso:</strong><em> Esta mensagem é informativa e não substitui uma análise jurídica individualizada. Se você precisar de orientação, busque apoio especializado.</em></p>
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		<title>Paciente sofre tratamento de câncer desnecessário após diagnóstico errado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 16:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advogada Destaca]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Favoráveis]]></category>
		<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico errado]]></category>
		<category><![CDATA[erro de diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[petscan]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última semana, mais um caso de diagnóstico errado veio à tona. Confira a trajetória da paciente com câncer de mama que se submeteu à quimioterapia por seis anos, sem necessidade! Entenda o desenrolar do processo e o julgamento da empresa responsável: Entenda o caso: Em decisão unânime, a 9ª Câmara de Direito Privado do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Na última semana, mais um caso de diagnóstico errado veio à tona.</h4>
<h4>Confira a trajetória da paciente com câncer de mama que se submeteu à quimioterapia por seis anos, sem necessidade! Entenda o desenrolar do processo e o julgamento da empresa responsável:</h4>
<h1>Entenda o caso:</h1>
<p>Em decisão unânime, a 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou a operadora <strong>Amico Saúde Ltda</strong> a indenizar em <strong>R$ 200 mil, por danos morais</strong>, uma paciente que, após tratar um câncer de mama, teve um diagnóstico errado de metástase óssea e, por conta disso, passou por <strong>tratamento quimioterápico desnecessário por seis anos</strong>. A empresa também foi condenada a ressarcir os danos materiais, fixados pelo Tribunal em R$ 17,9 mil.</p>
<p>A decisão do TJSP já é de segunda instância e manteve a sentença proferida pela juíza Patrícia Svartman Poyares Ribeiro, da 6ª Vara Cível de São Bernado do Campo, que havia condenado a Amico em primeira instância.</p>
<h1>Quais os argumentos da operadora, responsável pelo erro de diagnóstico?</h1>
<p>Ao recorrer, a Amico alegou que não poderia ser penalizada por erro dos médicos credenciados. Isso porque, segundo seu argumento,<strong> a responsabilidade pelo diagnóstico era dos profissionais</strong>, e não da operadora. Mas o relator do julgamento discordou:</p>
<blockquote><p>“O plano de saúde e o hospital também são responsáveis pela omissão na fiscalização das condutas realizadas por seus prepostos e conveniados. Isto é suficiente para afastar as alegações da operadora de saúde acerca de sua ilegitimidade”, afirmou.</p></blockquote>
<p>De acordo com as informações do processo,  a paciente foi diagnosticada com um quadro de nódulo sólido na mama direita, um indicativo de <strong>neoplasia maligna, sendo, em seguida, submetida a mastectomia.</strong> Um mês depois, a mulher narra que foi detectada em exame a ocorrência de metástase de carnicoma em linfonodos<strong> (metástase óssea)</strong> e, diante disso, <strong>fez um tratamento quimioterápico, todo coberto pela Amico,</strong> junto à qual mantinha o seu plano de saúde à época.</p>
<p>Quatro anos depois, a paciente efetuou portabilidade do convênio para uma outra operadora, dando continuidade aos procedimentos anteriores, havendo algumas adaptações em decorrência de efeitos colaterais.</p>
<blockquote><p><strong>O médico</strong> credenciado da nova operadora, que passou a acompanhar o caso da paciente, <strong>suspeitou de erro de diagnóstico</strong>, solicitando, então, <strong>o exame Pet Scan</strong>, que foi realizado apenas 6 anos após o primeiro diagnóstico.</p></blockquote>
<p><strong>O exame Pet Scan confirmou que a mulher nunca esteve com alguma atividade tumoral nos ossos.</strong> Por precaução, a paciente fez um novo exame idêntico ao que foi realizado anteriormente, que também confirmou que ela nunca estivera acometida de metástase óssea. Assim, todo o tratamento, segundo ela, foi desnecessário.</p>
<p>Em função disso, a mulher alega ter sofrido dano moral, material e estético, estando o primeiro relacionado à angústia psicológica inerente ao diagnóstico anterior e o seu tratamento agressivo, que ocasionou perda óssea. O dano material, por sua vez, refere-se ao a gastos com <strong>tratamento odontológico decorrente da perda óssea.</strong></p>
<p>Já quanto ao dano estético, a paciente afirma que este consiste em limitações de movimentos dos membros inferiores por conta da perda de massa óssea, além da própria ausência do seio direito.</p>
<ul>
<li><strong>Leia também:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/paciente-e-indenizada-em-r50-mil-apos-erro-medico-em-abdominoplastia/">Paciente é indenizada em R$50 mil após erro médico em abdominoplastia</a></li>
<li><strong>Leia também:</strong> <a href="https://ritasoares.adv.br/hospital-deve-pagar-pensao-vitalicia-e-1-milhao-e-meio-por-erro-medico/">Hospital deve pagar pensão vitalícia e 1 milhão e meio por erro médico</a></li>
</ul>
<h1 data-sourcepos="9:1-9:264">Como lutar pelos seus direitos após erro de diagnóstico</h1>
<p data-sourcepos="9:1-9:264">O erro de diagnóstico médico é um problema grave que pode causar danos físicos, psicológicos e financeiros aos pacientes.</p>
<ul>
<li data-sourcepos="9:1-9:264">
<blockquote><p>É muito importante:  Guardar toda a documentação médica que possui (exames, relatórios médicos e despesas referente ao tratamento realizado).</p></blockquote>
</li>
</ul>
<p data-sourcepos="9:1-9:264">Quando isso acontece, o segundo passo é buscar a orientação de uma advogada especialista em saúde para garantir que seus direitos sejam respeitados.</p>
<p data-sourcepos="11:1-11:55"><strong>Uma advogada especialista em saúde pode ajudá-lo a:</strong></p>
<ul data-sourcepos="13:1-15:0">
<li data-sourcepos="13:1-13:201"><strong>Compreender seus direitos:</strong> A lei brasileira protege os pacientes contra erros médicos e de diagnósticos. Uma advogada especialista em saúde pode ajudá-lo a entender seus direitos e as melhores opções e disponíveis para você.</li>
<li data-sourcepos="14:1-15:0"><strong>Receber a indenização que você merece:</strong> Em caso de erro médico e erro de diagnóstico, o paciente tem direito a receber indenização por danos morais, materiais e estéticos. Uma advogada especialista em saúde pode ajudá-lo a calcular o valor da indenização e a garantir que você receba o que lhe é devido.</li>
</ul>
<p><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">No caso da paciente citada no texto, ela foi diagnosticada com metástase óssea após tratar um câncer de mama. Esse diagnóstico errado levou a um tratamento quimioterápico desnecessário por seis anos, que causou danos físicos e psicológicos à paciente.</strong></p>
<blockquote>
<p data-sourcepos="18:1-18:274"><strong>A paciente entrou com um processo contra a operadora de saúde que lhe forneceu o plano de saúde à época do diagnóstico. O processo foi julgado totalmente favorável à paciente e a operadora foi condenada a indenizar a paciente em R$ 200 mil por danos morais e R$ 17,9 mil por danos materiais.</strong></p>
</blockquote>
<p data-sourcepos="20:1-20:214"><strong>Se você foi vítima de um erro de diagnóstico médico, não deixe de buscar a orientação de um advogado especialista em saúde. Ele poderá ajudá-lo a lutar pelos seus direitos e obter a indenização que você merece.</strong></p>
<p>Se cuida!</p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório:</p>
<p>→ <strong>Email</strong>: <a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br">contato@ritasoares.adv.br</a><a href="mailto:contato@ritasoares.adv.br"><br />
</a>→ <strong>Redes Sociais</strong>: <a href="https://instagram.com/advogadaritasoares" target="_blank" rel="noopener">@advogadaritasoares</a><br />
→<strong> Telefone/Whatsapp</strong>: <a href="tel:0613550-6613">61 3550-6613</a> ou <a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=%2B556135506613&amp;text&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noopener">clique aqui para falar no Whatsapp</a></p>
<p>_______</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/operadora-devera-indenizar-mulher-por-diagnostico-errado-de-metastase-ossea-11012024" target="_blank" rel="noopener">Jota / Processo n. 1016242-76.2020.8.26.0564 no TJSP</a></p>
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