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	<title>falsa medica &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<description>Escritório de Advocacia focado em Direito da Saúde</description>
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		<title>Falsa médica que agia em Brasília é condenada a 10 anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 14:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
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		<category><![CDATA[falsa medica]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontrar um paciente que precise passar por algum procedimento de saúde ou estético e enganá-lo fornecendo um falso tratamento. Assim agia uma mulher que se passava por médica para aplicar os golpes às vítimas. Renatha Thereza dos Santos, foi condenada a 10 anos de prisão pelo exercício ilegal de medicina.  A falsa médica que agia em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar um paciente que precise passar por algum procedimento de saúde ou estético e enganá-lo fornecendo um falso tratamento. Assim agia uma mulher que se passava por médica para aplicar os golpes às vítimas. Renatha Thereza dos Santos, foi condenada a 10 anos de prisão pelo exercício ilegal de medicina.  A falsa médica que agia em Brasília|DF, foi presa no final do ano passado. Conheça melhor esse caso:</p>
<h2>Entenda o caso da falsa médica</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Acusada de exercer medicina de forma ilegal, Renatha Thereza dos Santos, de 36 anos, foi condenada nesta semana a cumprir 10 anos e 6 meses de prisão, <em>mas vai recorrer em liberdade</em>, por ser ré primária.</p>
</div>
<div class="wall">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo reportagem do G1, o <strong>Ministério Público</strong> já informou que <strong>vai recorrer para aumentar o tamanho da pena</strong>. A acusada também<strong> terá de indenizar seis vítimas</strong> em um valor total de R$ 24 mil.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong><span style="color: #ff6600;">Antes da condenação,</span> a falsa médica foi presa 10 vezes</strong> (acreditem!).  A primeira delas em 2011, mas sempre era liberada após assinar um termo circunstanciado. <span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;">Segundo a denúncia, Renata prescrevia, vendia e aplicava remédios controlados. Ela dizia ser médica, biomédica, radioterapeuta e esteticista, mas não tinha registro profissional em nenhuma das áreas.</span></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;"><span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;">Para pacientes, ela dizia fazer tratamentos contra infertilidade e aneurismas, e chegou a anunciar </span>&#8220;cura do câncer de cabeça&#8221;<span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;">. Ela agia na própria casa, em Ceilândia, e nas residências de pacientes.</span><br />
</span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre os tratamentos estéticos – contra espinhas e cicatrizes, por exemplo –, ela fazia microagulhamento, usava ácidos e prometia emagrecimento.</p>
<h6 style="padding-left: 120px;"><strong>⇒ Leia também:<br />
</strong><a href="https://ritasoares.adv.br/afinal-como-escolher-um-cirurgiao-plastico-com-seguranca/"><strong>→ Como escolher um cirurgião plástico com segurança?</strong></a></h6>
</div>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Até agora, seis vítimas e um julgamento</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em maio de 2017, uma das vítimas afirmou à Justiça que foi procurada por Renatha após receber a notícia da impossibilidade de engravidar por métodos naturais. A falsa médica &#8220;garantiu que se ela e o marido fizessem tratamento com ela, o problema seria resolvido&#8221;. O casal tomou injeções prescritas pela acusada e, segundo o processo, apresentou problemas de saúde logo em seguida.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No mesmo período, segundo reportagem do <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/08/07/interna_cidadesdf,699588/falsa-medica-que-prometia-cura-a-pacientes-e-condenada-pela-justica.shtml" target="_blank" rel="noopener">Correio Braziliense</a>, uma outra vítima disse ter recebido um telefonema de Renatha dizendo que era médica e que o diagnóstico de aneurisma dado pela equipe do Instituto Hospital de Base, em Brasília, &#8220;estava errado&#8221;. <span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;">A mulher afirma que não desconfiou porque a acusada teria ido até a residência dela e detalhado o prontuário médico. &#8220;Renatha disse que a mulher só teria mais um mês de vida e que seria necessário se submeter a um novo tratamento&#8221;, diz a denúncia do MP.</span></p>
</div>
</div>
<div>Já em fevereiro de 2017, a falsa médica prometeu um tratamento contra acne a outra mulher. As aplicações de  ácido e microagulhamento não fizeram efeito e as manchas e dores persistiram.</div>
<div></div>
<div>Um homem, em outubro de 2016, realizou um procedimento estético para a retirada de cicatrizes de traqueostomia. O tratamento consistia em aplicação de ácidos e injeções. O emprego inadequado gerou graves danos ao homem.</div>
<div></div>
<div>Em outra situação, entre novembro de 2016 e abril de 2017, Renatha forneceu medicações controladas – Diazepam e Morfina – a outra vítima em troca de dinheiro. No entanto, em um dado momento, a ré se recusou a fornecer os remédios, mesmo já tendo sido pagos.</div>
<div></div>
<div>Renatha negou as acusações do MPDFT e afirmou que era amiga das vítimas. A promotoria considerou, no entanto, que a ré &#8220;tinha plena consciência dos atos delituosos que praticou e era exigível que se comportasse de conformidade com as regras do direito&#8221;.</div>
<div></div>
</div>
</div>
<p>Diante de situações como essa, o paciente é amparado tanto pelo Código Penal como pelo Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p><strong>O paciente pode buscar um advogado especializado na área e entrar com uma ação judicial</strong> de responsabilidade civil e solicitar indenização por danos estéticos,  materiais e morais.</p>
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<p>Abraços,</p>
<p><a href="https://ritasoares.adv.br/advogada-rita-soares/">Advogada Rita Soares</a><br />
Email: contato@ritasoares.adv.br</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="font-size: 14px; letter-spacing: 0px;"> </span></p>
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