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	<title>violencia obstétrica &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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	<description>Escritório de Advocacia focado em Direito da Saúde</description>
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	<title>violencia obstétrica &#8211; Advogada Rita Soares</title>
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		<title>Médico e hospital devem indenizar família de bebê lesionado durante o parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 07:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[erro medico]]></category>
		<category><![CDATA[violencia obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico.  A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A 2ª Vara Cível da comarca de Camboriú condenou um médico e um hospital a pagarem indenização por danos morais, estéticos e materiais à família de um bebê vítima de erro médico. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A família relata que, após a mãe ter entrado em trabalho de parto, se dirigiu a uma unidade de saúde de Camboriú e foi atendida pelo médico. Porém, devido à demora na realização do parto e por negligência do médico, o bebê permaneceu por um tempo excessivo dentro do útero, o que lhe gerou sequelas neurológicas consideradas severas e irreversíveis. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O hospital e o médico se defenderam alegando que a lesão neurológica não teria ocorrido durante o parto, que o neném já teria nascido com a condição e que não houve sofrimento fetal. Além disso, o hospital alegou que não possui relação jurídica com os pacientes, uma vez que “</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">apenas fornece hospedagem e enfermagem</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">”. </span></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Para a juíza, no entanto, o laudo pericial foi bastante esclarecedor em relação às provas e ao determinar a origem da paralisia cerebral sofrida pelo bebê. Na decisão, ela destaca que ficou claro que ocorreu erro médico:</span></p>
<blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">“As respostas aos quesitos sugerem uma série de procedimentos que poderiam ter sido realizados para evitar que o infante tivesse passado pelo sofrimento fetal. Assim, revelam a negligência no tratamento dado à parturiente e seu bebê. Portanto, está fartamente demonstrado o erro médico, gerando portanto a obrigação de indenizar dos requeridos”</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">.</span></p>
</blockquote>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Por fim, o hospital e o médico foram condenados a pagar as indenizações de R$50 mil por danos morais e R$10 mil por danos estéticos. Além disso, eles também devem à família o valor de R$2.317,15 por danos materiais. </span></p>
<h2>Entenda o que é violência obstétrica?</h2>
<p>Embora nem todas as mulheres estejam familiarizadas com o assunto, muitas já foram vítimas desse tipo de agressão, que pode ser física ou verbal, tanto durante o parto quanto no pré-natal. É considerado violência todo tipo de xingamento, recusa de atendimento, realização de intervenções e procedimentos médicos não necessários, como exames de toque a todo instante, grandes episiotomias ou cesáreas desnecessárias. Isso só para citar alguns dos exemplos dessa enorme lista.</p>
<p class="font_8" dir="ltr">Em países como a Argentina e a Venezuela, a violência obstétrica é reconhecida como um crime cometido contra as mulheres, e segundo as leis destes países, a violência obstétrica é caracterizada pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vidas das mulheres.</p>
<p>No Brasil, segundo a Fundação Perseu Abramo, e a Associação Artemis,  <strong>1 em cada 4 mulheres brasileiras sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto</strong>.</p>
<p>Um tipo de violência obstétrica muito comum na América Latina é a <strong>episiotomia indiscriminada</strong>. De acordo com evidências científicas, a episiotomia tem indicação de ser usada em cerca de 10% a 15% dos casos e ela é praticada em mais de 90% dos partos hospitalares da América Latina.</p>
<p>Como diz a diretora-presidente da ONG Artemis, Raquel Marques, violência obstétrica é</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"> “Normalmente acontece quando os interesses do profissional de saúde ou da instituição são colocados acima dos direitos da paciente”</span></p>
</blockquote>
<p>Até mesmo a separação do bebê saudável e da mãe no pós-parto pode ser considerada uma forma de violência obstétrica. Assim como ter a entrada de um acompanhante barrada no trabalho de parto ou não receber analgesia quando solicitada.</p>
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<div class="componente_materia">
<h2 class="intertitulo">Sofri violência obstétrica. E agora?</h2>
</div>
<p>Ainda não temos uma legislação específica no Brasil, mas a mulher não está desprotegida. Deve-se observar o caso específico, mas uma episiotomia desnecessária, por exemplo, pode ser considerada lesão corporal. É possível que uma vítima vá a uma delegacia da mulher e faça a denúncia!</p>
<p>O mais aconselhado, no entanto, é procurar o Ministério Público para apurar tanto a conduta do profissional como da instituição. Como muitas vezes, a violência obstétrica é cultural, não é necessariamente um indivíduo é o culpado, mas todo o sistema. Outra opção é procurar uma reparação civil, por danos morais e até estéticos,  individualmente. Nesse caso, busque um advogado que atue especialmente nessa área!</p>
<p>Aquelas que decidirem seguir com a denúncia devem estar munidas da cópia do <strong>prontuário médico</strong> (peça o documento na instituição de saúde onde foi atendida. Ele é um direito seu!).</p>
<p>Lembre-se também de ligar no 180 para registrar o caso no canal de Violência contra a Mulher ou no 136 (Disque Saúde).</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620">
<p>Esse texto foi útil para você? Aproveite e deixe o seu comentário!</p>
<p>Se cuida!</p>
<p><strong><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a></strong></p>
<p>Se precisar, entre em contato com meu escritório especialista em <strong>Direito à Saúde e complicações após procedimentos estéticos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Email</strong>: contato@ritasoares.adv.br</li>
<li><strong>Redes Sociais</strong>: @advogadaritasoares</li>
<li><strong>Telefone/Whatsapp</strong>: 61 3550-6613 ou <a href="https://wa.me/message/RTKBEBAAW6DFD1" target="_blank" rel="noopener">clique aqui e fale com a gente pelo Whatsapp!</a></li>
</ul>
</div>
</div>
<hr />
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Fonte: </span><a style="text-decoration: none;" href="https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Decisoes-dos-Tribunais/Decisoes-dos-Tribunais/Familia-de-bebe-que-sofreu-sequelas-neurologicas-severas-durante-parto-sera-indenizada-TJSC.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; -webkit-text-decoration-skip: none; text-decoration-skip-ink: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Editora Roncati</span></a></p>
<p dir="ltr">
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			</item>
		<item>
		<title>Violência no parto: há mais vítimas do que você imagina!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Advogada Rita Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 00:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
		<category><![CDATA[violencia obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Itacoatirara, Amazonas, o sonho de uma mãe de 27 anos foi interrompido no momento do parto e se tornou um verdadeiro pesadelo! De acordo com a ação que tramita na justiça estadual, durante a gestação, o bebê estava sentado e tinha a recomendação médica de cesárea. Mesmo assim, a mãe foi obrigada a ter [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Itacoatirara, Amazonas, o sonho de uma mãe de 27 anos foi interrompido no momento do parto e se tornou um verdadeiro pesadelo!</p>
<p>De acordo com a ação que tramita na justiça estadual, durante a gestação, o bebê estava sentado e tinha a recomendação médica de cesárea. Mesmo assim, a <strong>mãe foi obrigada a ter parto normal </strong> e o seu filho faleceu após a cabeça ter ficado presa ao corpo da gestante! (Revoltante não é mesmo?!)</p>
<p>A violência obstétrica é ainda muito mais abrangente do que a escolha do tipo do parto ou do acompanhante. E é sobre isso que vamos falar no texto de hoje. Afinal, violência obstétrica: há mais vítimas do que você imagina!</p>
<h2>O que é violência obstétrica?</h2>
<p>Embora nem todas as mulheres estejam familiarizadas com o assunto, muitas já foram vítimas desse tipo de agressão, que pode ser física ou verbal, tanto durante o parto quanto no pré-natal. É considerado violência todo tipo de xingamento, recusa de atendimento, realização de intervenções e procedimentos médicos não necessários, como exames de toque a todo instante, grandes episiotomias ou cesáreas desnecessárias. Isso só para citar alguns dos exemplos dessa enorme lista.</p>
<p class="font_8" dir="ltr">Em países como a Argentina e a Venezuela, a violência obstétrica é reconhecida como um crime cometido contra as mulheres, e segundo as leis destes países, a violência obstétrica é caracterizada pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vidas das mulheres.</p>
<p>No Brasil, segundo a Fundação Perseu Abramo, e a Associação Artemis,  <strong>1 em cada 4 mulheres brasileiras sofre algum tipo de violência no atendimento ao parto</strong>.</p>
<p>Um tipo de violência obstétrica muito comum na América Latina é a <strong>episiotomia indiscriminada</strong>. De acordo com evidências científicas, a episiotomia tem indicação de ser usada em cerca de 10% a 15% dos casos e ela é praticada em mais de 90% dos partos hospitalares da América Latina.</p>
<p>Como diz a diretora-presidente da ONG Artemis, Raquel Marques, violência obstétrica é</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"> “Normalmente acontece quando os interesses do profissional de saúde ou da instituição são colocados acima dos direitos da paciente”</span></p>
</blockquote>
<p>Até mesmo a separação do bebê saudável e da mãe no pós-parto pode ser considerada uma forma de violência obstétrica. Assim como ter a entrada de um acompanhante barrada no trabalho de parto ou não receber analgesia quando solicitada.</p>
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<h2>Como evitar</h2>
<p>Não é difícil ouvir desabafos de mulheres que enquanto aguardavam o nascimento de seus bebês escutavam frases como <strong>“Na hora de fazer, você não reclamava”</strong> ou <strong>“Se você gritar, é pior, porque nós não vamos te atender”.</strong></p>
<p>Pensando nisso, acredito que informação e comunicação são duas palavras-chave que evitam casos como esses na hora da chegada do bebê ao mundo. Além de ler, pesquisar e estar bem informada sobre o assunto, é importante que a mulher crie um plano de parto junto com seu obstetra. Trata-se de uma ferramenta que ajuda a paciente e o médico a conversarem sobre os procedimentos que serão ou não realizados durante o nascimento do seu filho.</p>
<p>Esse documento é muito válido porque, a partir do momento em que a mulher sabe o que esperar do parto, ela consegue identificar o que aconteceu à revelia de seu interesse, como uma episiotomia muito grande ou uma cesárea desnecessária.</p>
<p>“O papel do profissional que está na assistência do parto deve fazer sentido para a mulher que está parindo. O médico e a mãe querem um desfecho favorável. Os profissionais de saúde têm de ter humanidade para lidar com a paciente. É importante encontrar uma maneira de trabalhar juntos e de se comunicar de maneira não-violenta dos dois lados”, pondera Alberto Guimarães, ginecologista e obstetra defensor dos conceitos de parto humanizado e criador do programa Parto Sem Medo, numa entrevista para a <a href="https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Parto/noticia/2017/08/o-que-e-violencia-obstetrica-descubra-se-voce-ja-foi-vitima.html" target="_blank" rel="noopener">Revista Crescer</a>.</p>
<p>Guimarães explica que, durante o pré-natal, a gestante deve conversar e tirar dúvidas com o médico. A mulher deve ter a oportunidade de perguntar sobre tipos de parto, as posições para o parto, a questão da episiotomia, como é o hospital onde pretende ter o bebê, entre outras questões que intriguem a gestante.</p>
<div class="componente_materia">
<h2 class="intertitulo">Sofri violência obstétrica. E agora?</h2>
</div>
<p>Apesar de frequentes, as agressões sofridas durante o parto acabam, muitas vezes, ficando sem consequências. Ainda não temos uma legislação específica no Brasil, mas a mulher não está desprotegida. Deve-se observar o caso específico, mas uma episiotomia desnecessária, por exemplo, pode ser considerada lesão corporal. É possível que uma vítima vá a uma delegacia da mulher e faça a denúncia!</p>
<p>O mais aconselhado, no entanto, é procurar o Ministério Público para apurar tanto a conduta do profissional como da instituição. Como muitas vezes, a violência obstétrica é cultural, não é necessariamente um indivíduo é o culpado, mas todo o sistema. Outra opção é procurar uma reparação civil, por danos morais e até estéticos,  individualmente. Nesse caso, busque um advogado que atue especialmente nessa área!</p>
<p>Aquelas que decidirem seguir com a denúncia devem estar munidas da cópia do <strong>prontuário médico</strong> (peça o documento na instituição de saúde onde foi atendida. Ele é um direito seu!). Lembre-se também de ligar no 180 para registrar o caso no canal de Violência contra a Mulher ou no 136 (Disque Saúde).</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620">
<p>Esse texto foi útil para você? Aproveite e deixe o seu comentário!</p>
<p>Abraços,</p>
<p><strong><a href="https://ritasoares.adv.br/escritorio-de-advocacia-especializado-em-erro-medico/">Advogada Rita Soares</a><br />
</strong>Email: contato@ritasoares.adv.br</p>
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